A Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) do Distrito Federal lança campanha de doação de livros para enriquecer bibliotecas prisionais e promover remição de pena por leitura em 2026. A ação, parte da iniciativa Ler Liberta, visa a educação e ressocialização dos detentos. As doações podem ser feitas durante visitas às unidades prisionais ou em postos do Na Hora. Os livros devem estar em bom estado e passarão por triagem. Cada obra lida pode garantir até quatro dias de remição, conforme lista oficial da Seape.

De agosto a setembro, a Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) realizará uma campanha de doação de livros com o objetivo de ampliar as bibliotecas do sistema prisional do Distrito Federal. A iniciativa visa incentivar a remição de pena por meio da leitura, integrando-se à campanha Ler Liberta, que promove a educação e a ressocialização da população carcerária.
As doações poderão ser feitas por visitantes, advogados e demais interessados durante os dias de visita às unidades prisionais. Além disso, a entrega dos livros pode ocorrer no momento do cadastro em postos do Na Hora que oferecem serviços da administração penitenciária, como em Ceilândia, Riacho Fundo, Rodoviária, Sobradinho e Taguatinga.
Todo o material arrecadado passará por uma triagem de segurança e deve estar em bom estado de conservação, sem anotações ou rasuras. Os livros coletados serão utilizados no primeiro semestre de dois mil e vinte e seis para a remição de pena, onde os custodiados poderão reduzir o tempo de prisão mediante a leitura e análise de obras previamente autorizadas pela Justiça.
Cada obra lida pode garantir até quatro dias de remição, desde que esteja na lista oficial disponível no site da Seape. Essa ação é uma oportunidade para que a sociedade civil se envolva na promoção da educação e da cultura dentro do sistema prisional, contribuindo para a reintegração dos detentos à sociedade.
O projeto Ler Liberta já demonstrou resultados positivos, e a ampliação do acervo das bibliotecas prisionais pode potencializar ainda mais esses efeitos. A participação da comunidade é essencial para o sucesso dessa campanha, que busca transformar vidas por meio do conhecimento e da leitura.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, proporcionando a eles acesso a livros que podem fazer a diferença em suas trajetórias. A mobilização social em torno dessa causa pode ser um passo importante para a construção de um futuro mais justo e igualitário.

A gestão coletiva de bens comuns, proposta por Elinor Ostrom, desafia a "tragédia dos comuns" de Garrett Hardin, destacando a importância do terceiro setor na governança e defesa desses recursos. A colaboração entre Estado, mercado e sociedade civil é essencial para evitar crises ambientais e sociais.

O AfroFashion 2025, promovido pela ONG AfroTribo, será realizado em 31 de maio na Casa Firjan, no Rio, apresentando trinta looks de dez designers e um desfile intitulado "África em nós!". O evento visa destacar a moda afro-brasileira e revelar novos talentos.

Elenco de "Dawson's Creek" se reunirá para leitura do episódio piloto em evento beneficente em apoio a James Van Der Beek, diagnosticado com câncer colorretal. A leitura ocorrerá em 22 de setembro e contará com a presença de outros atores da série.

José Andrés, chef e fundador da World Central Kitchen, enfrenta desafios em Gaza após a morte de sete trabalhadores em ataques. A organização suspendeu atividades devido a bloqueios e falta de suprimentos.

A Associação Grupo de Trabalho Redes (AGTR), liderada por Sofía Mauricio, combate a violência e a invisibilidade das trabalhadoras domésticas no Peru, promovendo dignidade e direitos. Com projetos como La Casa de Panchita e a Van Itinerante, a AGTR busca empoderar essas mulheres, oferecendo formação e apoio jurídico, enquanto denuncia a desvalorização e a informalidade do trabalho doméstico.

O Brasil acolherá, nesta terça-feira, as primeiras quatro famílias afegãs, totalizando 18 pessoas, por meio do Programa de Acolhida Humanitária. A iniciativa visa promover a inclusão social e a autossuficiência econômica dos migrantes.