A Fundação Hemocentro de Brasília alerta sobre a queda nas doações de sangue, que atingiram 121 por dia em agosto, 33% abaixo do ideal. Para reverter a situação, coletas externas ocorrerão em 14 de setembro no Assaí Atacadista.

A Fundação Hemocentro de Brasília informou que, em agosto, as doações diárias de sangue caíram para 121, um número que representa uma redução de 33% em relação à meta ideal de 180 doações. Essa diminuição nos estoques ocorre em um período de altas temperaturas e baixa umidade, que favorecem o aumento de doenças respiratórias. Atualmente, o tipo sanguíneo mais crítico é o AB -, enquanto os tipos O+, B- e A+ estão com estoques baixos.
Os tipos O-, B+ e A apresentam níveis regulares, e apenas o AB+ está em quantidade adequada. Para reverter essa situação, a Fundação Hemocentro realizará coletas externas no Assaí Atacadista, em frente ao Taguatinga Shopping, no dia 14 de setembro. É necessário agendar a doação pelo site Agenda DF ou pelo telefone 160, opção 2.
As doações podem ser feitas de segunda a sábado, das 7h15 às 18h, exceto em feriados. Para ser um doador, é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 51 quilos e estar saudável. Aqueles que tiveram doenças como gripe, covid-19 ou dengue devem respeitar os prazos de inaptidão temporária antes de se candidatar à doação.
A Fundação Hemocentro de Brasília já havia alertado sobre a importância de manter os estoques de sangue estáveis, especialmente em épocas de clima adverso. A queda nas doações é preocupante e pode impactar diretamente a assistência a pacientes que necessitam de transfusões.
É fundamental que a população se mobilize para aumentar o número de doações. A participação ativa da comunidade pode fazer a diferença na recuperação dos estoques de sangue, garantindo que todos tenham acesso ao tratamento necessário em momentos críticos.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, garantindo que aqueles que precisam de transfusões tenham o suporte necessário. Mobilize-se e incentive outros a se tornarem doadores, pois cada doação pode salvar vidas.

A tireoidite de Hashimoto, doença autoimune que causa hipotireoidismo, é frequentemente subdiagnosticada, especialmente em mulheres de 30 a 50 anos. O tratamento com levotiroxina melhora a qualidade de vida.

O Hospital do Coração (HCor) criou uma dieta cardioprotetora brasileira, adaptando a dieta mediterrânea com ingredientes locais, com resultados positivos em pacientes do SUS. A pesquisa será expandida para 40 hospitais.

A OPAS e o Tecpar se reuniram para expandir a produção em saúde e validar o Kit Biomol HPV Alto Risco, visando fortalecer a cooperação técnica e a inovação na saúde na Região das Américas.

Estudo revela que a má qualidade do sono está ligada à diminuição da reserva ovariana em mulheres, impactando a fertilidade. Pesquisadores alertam para a importância do sono na saúde reprodutiva feminina.

Mulheres com endometriose têm risco elevado de menopausa precoce, ocorrendo em média 19 meses antes de forma cirúrgica e cinco meses antes de forma natural, segundo estudo da Universidade de Queensland. A pesquisa, que abrangeu mais de 279 mil mulheres, destaca a necessidade de incluir acompanhamento da menopausa nos cuidados com a endometriose, uma condição que afeta uma em cada dez mulheres em idade fértil.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lançou o Super Centro para Diagnóstico do Câncer, que promete reduzir o tempo de espera para laudos de 25 para cinco dias no SUS. A iniciativa, que começa em julho, utiliza telemedicina e tecnologia avançada para otimizar diagnósticos, com capacidade para realizar até mil laudos diários. Com apoio do A.C. Camargo e do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o programa visa aumentar a eficiência no tratamento oncológico e garantir acesso equitativo à saúde.