Sala de palivizumabe na Policlínica do Gama já aplicou 110 doses em crianças. A unidade, revitalizada em dezembro de 2024, oferece atendimento especializado e medidas de prevenção contra infecções respiratórias.

A Policlínica do Gama inaugurou uma sala de aplicação de palivizumabe em fevereiro de 2023, já administrando 110 doses do medicamento, que previne infecções respiratórias graves em crianças. O palivizumabe é indicado para crianças menores de dois anos com alto risco de desenvolver doenças causadas pelo vírus sincicial respiratório (VSR), que pode levar a bronquiolite e outras complicações. O caso de um bebê que recebeu o tratamento destaca a importância dessa iniciativa.
Antony, um bebê que nasceu prematuro, recebeu três das cinco doses recomendadas. Sua mãe elogiou o novo espaço, que proporciona um ambiente acolhedor para os pequenos durante a aplicação. A sala conta com duas enfermeiras, uma responsável pela documentação e outra pela aplicação do medicamento, garantindo um atendimento ágil e eficiente.
A enfermeira Cleonice Queiroz, responsável pela aplicação, afirma que o palivizumabe age rapidamente e não causa reações adversas significativas. A equipe está preparada para lidar com eventuais intercorrências, oferecendo segurança aos responsáveis. Além disso, a unidade realiza busca ativa para reagendar atendimentos de crianças que não comparecem às consultas.
Durante a sazonalidade do VSR, a pediatra Jeanne Alecrim orienta sobre cuidados adicionais, como evitar aglomerações e manter a higiene adequada. Essas medidas são essenciais para proteger as crianças, especialmente aquelas que têm irmãos mais velhos que frequentam escolas ou creches, onde o vírus pode ser facilmente transmitido.
A Policlínica do Gama, revitalizada em dezembro de 2024, oferece uma gama de especialidades médicas, incluindo pediatria, cardiologia e neurologia, em um espaço moderno e bem equipado. A localização, no antigo Fórum do Gama, facilita o acesso à população, promovendo um atendimento de qualidade e humanizado.
Iniciativas como a sala de aplicação de palivizumabe são fundamentais para a saúde infantil e merecem ser apoiadas pela comunidade. A união em torno de projetos sociais pode fazer a diferença na vida de muitas crianças e suas famílias, garantindo acesso a tratamentos essenciais e promovendo a saúde na região.

A anemia, especialmente a causada pela deficiência de ferro, afeta milhões globalmente, com sintomas como falhas de memória e "nevoeiro" mental. O tratamento pode ser oral ou intravenoso, dependendo da gravidade.

Estudo revela que a radiofrequência não ablativa e o promestrieno são igualmente eficazes no tratamento da síndrome genitourinária em sobreviventes de câncer cervical, melhorando a função sexual. A pesquisa, liderada por Fernanda Santos Grossi, demonstrou aumento significativo na pontuação do Índice de Função Sexual Feminina, com resultados promissores para a qualidade de vida dessas mulheres.

Pesquisas do professor Marcelo Urbano Ferreira, da USP, mostram que a malária em áreas urbanas da Amazônia é majoritariamente assintomática, dificultando o controle da doença. Métodos moleculares revelam até dez vezes mais infecções.

O diagnóstico da urticária no Brasil pode levar até dois anos, devido à falta de alergistas e à complexidade da doença, afetando 20% da população. O acompanhamento médico é crucial para evitar complicações graves.

O Brasil introduziu o HIFU, um tratamento não invasivo que reduz em até 70% os tremores de Parkinson imediatamente após a aplicação, representando um avanço significativo na terapia. O Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, é pioneiro na oferta dessa tecnologia, que já é utilizada em outros países. O procedimento, realizado com o paciente acordado e sem anestesia geral, utiliza ultrassom focado para destruir áreas do cérebro responsáveis pelos tremores. A seleção dos pacientes é criteriosa, considerando possíveis contraindicações.

Um estudo da Universidade da Colúmbia Britânica revela que sinais de alerta da esclerose múltipla podem aparecer até 15 anos antes dos sintomas clássicos, como fadiga e problemas de saúde mental. A pesquisa, publicada na JAMA Network Open, destaca a importância de reconhecer esses sintomas precoces para possibilitar intervenções mais eficazes e melhorar o diagnóstico da doença.