O Cevap-Unesp recebeu R$ 8 milhões do Ministério da Saúde para um ensaio clínico de fase 2 do selante de fibrina liofilizado, visando tratar úlceras venosas crônicas. O biofármaco, desenvolvido com veneno de serpente e sangue de búfalo, promete ser uma alternativa segura e acessível ao tratamento atual.

O Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos da Universidade Estadual Paulista (Cevap-Unesp) recebeu um investimento de aproximadamente R$ 8 milhões do Ministério da Saúde para realizar um ensaio clínico de fase 2 do selante de fibrina liofilizado (SFH-Lyo). Este biofármaco é destinado ao tratamento de úlceras venosas crônicas, que afetam uma parcela significativa da população brasileira, especialmente entre diabéticos.
O SFH-Lyo atua como um coagulante e adesivo, promovendo a cicatrização dos tecidos. Sua formulação combina substâncias extraídas do veneno da serpente cascavel e do sangue de búfalo. Além de ser mais econômico em comparação aos selantes disponíveis globalmente, o produto não utiliza sangue humano, minimizando os riscos de transmissão de doenças infecciosas e parasitárias.
Localizado no campus de Botucatu, o Cevap é a sede do Centro de Ciência Translacional e Desenvolvimento de Biofármacos (CTS), que faz parte do Programa de Desenvolvimento e Inovação Local (PDIL) do Ministério da Saúde. Este programa visa estimular a inovação tecnológica, fortalecer a economia regional e promover a colaboração entre pesquisa, setor produtivo e governo, acelerando o lançamento de novos medicamentos no Sistema Único de Saúde (SUS).
As úlceras venosas crônicas representam um sério problema de saúde, com uma prevalência estimada de três por cento na população brasileira, aumentando para dez por cento entre pessoas com diabetes. Essas feridas, que geralmente ocorrem nas pernas devido à má circulação, são difíceis de cicatrizar e têm alta taxa de recorrência. O biofármaco já passou por ensaios clínicos anteriores, demonstrando segurança e eficácia, e foi aprimorado por meio de um processo de liofilização que aumenta sua estabilidade.
O novo estudo irá avaliar a segurança do SFH-Lyo em comparação ao tratamento padrão, com acompanhamento de possíveis eventos adversos e resposta imunológica dos pacientes. Serão incluídos sessenta participantes, divididos em dois grupos, e ao final do estudo, um diagnóstico detalhado será elaborado para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e para publicações científicas.
O Cevap se destaca ao oferecer um produto acessível e inovador, reafirmando sua liderança na pesquisa de biofármacos de origem animal. A contribuição para o SUS com um produto nacional e de baixo custo é um marco importante para os pesquisadores envolvidos. Em situações como essa, a união da sociedade pode fazer a diferença, apoiando iniciativas que busquem melhorar a saúde e a qualidade de vida de muitos brasileiros.

Carla Prata, apresentadora e ex-bailarina, compartilha seu diagnóstico de miastenia gravis nas redes sociais, buscando apoio e informação para quem enfrenta a doença.

Fernanda Lima compartilhou sua experiência sobre a perda da virgindade e a importância do uso correto do preservativo, enquanto o médico Eduardo de Paula Miranda esclareceu dúvidas sobre sua eficácia e utilização. O preservativo é essencial para prevenir infecções sexualmente transmissíveis e gravidez, sendo crucial saber como usá-lo adequadamente.

Mães em período de lactação podem sofrer com a nova "síndrome geniturinária da lactação", que apresenta sintomas semelhantes à menopausa, mas é frequentemente ignorada. A pesquisa destaca a urgência de tratamento e conscientização.

A Anvisa aprovou o donanemabe, primeiro tratamento que remove placas amiloides em Alzheimer. O medicamento, da Eli Lilly, promete retardar o declínio clínico em pacientes com Alzheimer sintomático inicial, oferecendo esperança a muitos.

O Registro Brasileiro de Doença Venosa Crônica (BRAVO) foi criado para atualizar dados sobre a DVC no Brasil, visando melhorar políticas públicas e tratamentos. A campanha Agosto Azul Vermelho busca conscientizar sobre a importância do cuidado vascular.

Pesquisas de Michel Naslavsky, biólogo da USP, exploram como a ancestralidade miscigenada no Brasil pode afetar o impacto do gene APOE no Alzheimer, com resultados previstos para o próximo ano. A investigação busca entender variações genéticas e suas implicações na doença.