A Secretaria de Saúde do Distrito Federal e a Anvisa capacitaram profissionais de saúde para implementar um checklist de hemodiálise segura, visando reduzir erros e melhorar a assistência. O treinamento, realizado no Laboratório Central de Saúde Pública, é parte de um projeto piloto que pode ser expandido nacionalmente.
Com o intuito de aumentar a segurança dos pacientes em diálise e hemodiálise no Distrito Federal (DF), a Secretaria de Saúde (SES-DF) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realizaram, no dia 28, uma capacitação para profissionais da saúde. O evento, que abrangeu tanto serviços públicos quanto privados conveniados ao Sistema Único de Saúde (SUS), introduziu um checklist de hemodiálise segura, parte de um projeto piloto da Anvisa que visa expandir essa prática em todo o Brasil.
A gerente de Riscos em Serviços de Saúde da SES-DF, Maria do Socorro Félix, ressaltou que os profissionais tiveram acesso a um material inédito que será utilizado nacionalmente. Além de receberem o conteúdo, os participantes puderam avaliar a ferramenta e sugerir melhorias, contribuindo para a eficácia do checklist.
O treinamento, realizado no auditório do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-DF), foi inspirado em protocolos da aviação civil, que aplicam rigorosos procedimentos para garantir a segurança dos usuários. O subsecretário de Vigilância em Saúde da SES-DF, Fabiano dos Anjos, destacou a importância de encontros como esse para a melhoria contínua da qualidade dos serviços de saúde.
Maria Dolores Nogueira, gerente substituta de Vigilância e Monitoramento de Serviços de Saúde da Anvisa, enfatizou que a implementação de barreiras de segurança é crucial para reduzir erros e eventos adversos. “Errar é humano. Práticas como o uso de checklists ajudam a garantir uma assistência mais segura”, afirmou.
Camila Ximenes, chefe da unidade do Sistema Urinário do Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB), acredita que a capacitação terá um impacto positivo no dia a dia das unidades de saúde. “O checklist organiza as etapas do atendimento e assegura que nenhuma medida de segurança seja negligenciada, essencial em procedimentos tão delicados como a hemodiálise”, concluiu.
Iniciativas como essa são fundamentais para promover a segurança do paciente e a qualidade do atendimento em saúde. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para apoiar projetos que visem a melhoria das condições de saúde e segurança, beneficiando aqueles que mais precisam.

A Hispasat, sob a liderança do ex-astronauta Pedro Duque, planeja investir até 400 milhões de euros no Brasil para expandir a conectividade e reduzir a brecha digital. O projeto visa transformar a internet em um direito básico, especialmente em áreas remotas.

O Cursinho Popular do Centro Zoia Prestes de Educação Multidisciplinar (CeZPEM) oferece aulas gratuitas para o Enem, com mais de 900 alunos e 450 professores voluntários. A iniciativa, sustentada por financiamento coletivo, visa ampliar o acesso ao ensino superior. As aulas online ao vivo permitem interação em tempo real, proporcionando uma experiência similar ao cursinho presencial, mas sem custos. O projeto, parte do Coletivo Soberana, conta com uma estrutura robusta e diversas equipes dedicadas. As inscrições estão abertas para quem concluiu ou está finalizando o ensino médio.

Aluno transexual da Polícia Militar de Goiás conquistou o direito de usar fardamento masculino após intervenção da Defensoria Pública, que garantiu respeito à sua identidade de gênero.

Cristina Reis anunciou que o Plano de Implementação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões será revelado em julho, detalhando diretrizes para o mercado de carbono no Brasil. A expectativa é que o novo sistema viabilize a venda de créditos de carbono, promovendo a transição energética e a restauração florestal.

A Prefeitura de São Paulo intensifica ações contra alagamentos, com 91 obras concluídas e 19 em andamento, totalizando R$ 8,4 bilhões desde 2021. O PDD prevê mais 97 intervenções e R$ 8,7 bilhões adicionais.

A Comissão de Previdência aprovou um projeto de lei que garante atendimento integral e gratuito a pessoas com ludopatia, incluindo assistência médica e social. O texto agora será analisado por outras comissões antes de ser votado na Câmara e no Senado.