A UFMG lançou o Repeltex®, um repelente inovador que protege por até seis meses, comprovadamente eficaz contra mosquitos transmissores de doenças. A tecnologia, desenvolvida em parceria com a startup InnoVec, promete segurança e baixo custo.

Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolveram um repelente inovador, o Repeltex®, que promete proteção contra mosquitos por até seis meses. Este produto, que será lançado em breve, é impregnado em tecidos e se destaca pela eficácia prolongada, especialmente contra o Aedes aegypti e o Anopheles darlingi, vetores de doenças como dengue e malária.
Diferente dos repelentes convencionais, que oferecem proteção por no máximo doze horas, o Repeltex® libera seu princípio ativo em um raio de dois a seis metros, garantindo eficácia de 120 a 180 dias. A startup InnoVec, criada em 2023 em parceria com a UFMG, é responsável pela produção do repelente, que surgiu como um desdobramento de um projeto de pesquisa financiado por instituições internacionais.
O desenvolvimento do repelente ocorreu entre 2016 e 2019, começando pela análise do princípio ativo e seu efeito no comportamento dos mosquitos. O tecido escolhido para o protótipo foi o sisal, uma fibra de baixo custo que absorve e libera o repelente de forma controlada. Os testes iniciais foram realizados em calçados, já que os mosquitos costumam picar as pernas e pés das pessoas.
Os resultados dos testes mostraram que os calçados tratados com o repelente apresentaram uma repelência de setenta e quatro por cento para o Aedes aegypti e oitenta e quatro por cento para o Anopheles darlingi. Além de ser atóxico e sem cheiro, o repelente é uma alternativa viável para pessoas com sensibilidade a outros produtos químicos.
A startup já estabeleceu parcerias com indústrias têxteis para a produção em escala semi-industrial e recebeu interesse de setores como saúde pública, mineração e elétrico. O próximo passo da InnoVec é buscar investidores para viabilizar a entrada do Repeltex® no mercado, ampliando sua acessibilidade e impacto.
Essa inovação pode transformar a forma como lidamos com a prevenção de doenças transmitidas por mosquitos. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que visem a saúde pública e a proteção ambiental, promovendo um futuro mais seguro para todos.

O Supremo Tribunal Federal (STF) deu prazo até outubro de 2025 para o Congresso regulamentar a licença-paternidade, enquanto empresas como Rhodia e will bank já oferecem até 180 dias de licença parental.

O deputado distrital Fábio Félix enfatizou a relevância do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) e criticou as demolições no Sol Nascente, pedindo assistência às famílias afetadas. Ele destacou a urgência da regularização fundiária e a necessidade de preservar o meio ambiente diante da especulação imobiliária.

A exploração sexual infantil no Brasil cresce alarmantemente, com o Tribunal de Justiça de São Paulo registrando um aumento de casos. O governo Lula propõe lei para proteção online após vídeo impactante de youtuber.

Mariana Rios lançou a plataforma "Basta sentir", unindo 32 mil mulheres em sua jornada de fertilização in vitro, enquanto se afasta da TV e da música para focar na escrita e apoio emocional.

A Festa da Lili em Brasília gerou um intenso debate sobre a pressão estética na comunidade gay, evidenciando inseguranças corporais e o uso de anabolizantes. Especialistas alertam para os riscos psicológicos e físicos associados.

Linda Rojas Solis, 37 anos, superou o câncer de mama e, após recidiva em 2017, engravidou naturalmente, dando à luz Martin em 29 de novembro de 2021. Sua história é um exemplo de resiliência e esperança.