O Centro de Pesquisa Clínica do Brasil, liderado por João Lindolfo Borges, avança com 500 voluntários em 32 estudos, incluindo tirzepatida e doenças hepáticas, após a nova legislação de 2024.
O Centro de Pesquisa Clínica do Brasil, sob a direção do endocrinologista João Lindolfo Borges, atualmente conta com quinhentos voluntários envolvidos em estudos de novos medicamentos. Em uma recente participação no evento CB.Saúde, Borges detalhou os projetos em andamento e enfatizou a relevância do novo marco legal das pesquisas clínicas, sancionado em 2024, que promete acelerar a regulamentação desses estudos no país.
O centro anunciou a participação em trinta e dois estudos, incluindo pesquisas sobre tirzepatida, conhecida como mounjaro, e doenças como a gordura no fígado. Borges destacou que os voluntários recebem consultas, exames, tratamento, transporte e alimentação, suprindo lacunas que o Sistema Único de Saúde (SUS) não consegue atender.
Além de tirzepatida, o centro investiga novas drogas inovadoras, com pelo menos dez medicamentos semelhantes em desenvolvimento. As pesquisas abrangem também condições como puberdade precoce, com a busca por tratamentos mais eficazes. O endocrinologista ressaltou que os voluntários não são tratados como cobaias, pois assinam um termo de consentimento e podem desistir a qualquer momento.
Os voluntários são recrutados por meio de anúncios nas redes sociais e recomendações de pacientes. Após a triagem, realizada pelo próprio Borges, eles passam por exames que são enviados a um laboratório nos Estados Unidos. Se os resultados forem satisfatórios, o estudo é iniciado. É comum que estudos realizados no Brasil também ocorram em outros países, permitindo uma análise comparativa dos dados.
Ao final dos estudos, os voluntários são protegidos e, se necessário, podem continuar recebendo a medicação por até cinco anos. O novo marco legal das pesquisas clínicas é visto como um avanço significativo, com a expectativa de regulamentação até o final do ano. Isso deve aumentar a competitividade do Brasil na área, resultando em mais empregos e publicações científicas.
As pesquisas do Centro de Pesquisa Clínica do Brasil já resultaram em avanços significativos, como a aprovação de medicamentos para osteoporose e tratamentos para fígado gorduroso. Projetos como esses devem ser apoiados pela sociedade civil, pois podem trazer benefícios diretos à saúde da população e estimular a inovação no setor.
Dengue avança em São Paulo, com cinco distritos em epidemia e 21.931 casos confirmados. Jardim Ângela é o mais afetado, com 1.921 casos e 550,1 por 100 mil habitantes.
Estudo da Universidade de Columbia revela que sinais de risco para Alzheimer podem surgir na juventude, com fatores como hipertensão e colesterol afetando a cognição desde os 20 anos. A pesquisa destaca a importância da prevenção precoce para a saúde cerebral.
Paciente teve cirurgia no útero cancelada no Hospital Moncorvo Filho devido à falta de alimentação. Nova consulta foi agendada para setembro, evidenciando a crise nos hospitais federais do Rio de Janeiro.
Sofia de Araújo, mãe de Ceilândia, foi homenageada por sua doação de leite materno no evento “AmamentAção”, que promoveu saúde e acolhimento a mães e gestantes durante o Agosto Dourado.
O Ministério das Comunicações investiu R$ 7,3 milhões no projeto 5G Saúde, que visa aprimorar a telemedicina no Brasil, especialmente em áreas remotas. A iniciativa inclui testes de tecnologia 5G no Piauí e inovações com blockchain e desinfecção hospitalar.
O Ministério da Saúde lançou um guia para farmacêuticos, visando melhorar a adesão ao tratamento de hepatites virais no Brasil, alinhando-se às metas da OMS para eliminação até 2030. A publicação destaca a atuação dos farmacêuticos nas Unidades Dispensadoras de Medicamentos (UDM) como essencial para o acompanhamento e suporte aos pacientes, enfrentando desafios como o estigma e a necessidade de formação contínua.