Bella Regina Kupper Gervitz, de 94 anos, faleceu após atendimento inadequado na Prevent Senior, evidenciando a falência do sistema de saúde suplementar e a desumanização no atendimento a idosos.

Bella Regina Kupper Gervitz, de 94 anos, faleceu em 28 de fevereiro de 2025, após enfrentar um atendimento precário no plano de saúde Prevent Senior. Sua trajetória de saúde se agravou após uma série de emergências e atendimentos insatisfatórios, evidenciando a falência do sistema de saúde suplementar e a desumanização do atendimento a idosos.
No início de fevereiro de 2025, a cuidadora de Bella Regina relatou que sua saúde havia piorado, com perda de apetite e sonolência. O filho da paciente tentou contato com o plano de saúde, mas foi orientado a ir a uma unidade de pronto atendimento. Essa resposta padrão do Prevent Senior não permitia acesso direto ao médico responsável, mesmo em situações de emergência.
O atendimento na unidade de pronto atendimento foi marcado por longas esperas e falta de infraestrutura adequada. Bella Regina passou horas em uma cadeira de rodas, sem receber alimentação ou cuidados básicos, enquanto aguardava por exames e atendimento médico. A situação se agravou, levando à necessidade de transfusões de sangue e a um atendimento cada vez mais precário.
Após ser transferida para um hospital, a paciente enfrentou mais dificuldades, incluindo a falta de comunicação entre os médicos e a ausência de um plano de cuidados adequado. O atendimento foi caracterizado por erros médicos e falta de atenção às necessidades específicas de Bella Regina, que já apresentava comorbidades e fragilidade devido à idade.
O relato da família destaca a falta de humanização e a busca por lucro das empresas de saúde suplementar, que priorizam a saúde financeira em detrimento do bem-estar dos pacientes. A experiência de Bella Regina é um exemplo claro das falhas do sistema, que não consegue oferecer o suporte necessário aos idosos em momentos críticos.
Essa situação alarmante evidencia a necessidade de mobilização social para garantir que todos tenham acesso a um atendimento digno e humanizado. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na luta por melhorias no sistema de saúde, promovendo iniciativas que priorizem o cuidado e a qualidade de vida dos mais vulneráveis.

Pesquisadores da Uece e UFABC revelam que exercícios combinados melhoram a saúde de mulheres pós-menopausa com diabetes tipo 2. A metanálise destaca a importância de políticas públicas para promover a atividade física e prevenir complicações.
Distrito Federal se destaca na luta contra HIV, com alta adesão à PrEP e redução de mortalidade. O Distrito Federal alcançou o Grupo 4 na classificação nacional de Profilaxia Pré-Exposição (PrEP), apresentando a menor taxa de descontinuidade do tratamento no Brasil, com apenas 21%. Essa estratégia, disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2017, reflete um cuidado integral e multiprofissional na saúde. Além disso, o Brasil registrou em 2023 a menor mortalidade por aids da história, com uma redução de 32,9% nas mortes pela doença.

Ronaldo Marques dos Santos, conhecido como Breno da Sucam, está internado na Santa Casa em Belo Horizonte e precisa de ajuda financeira para uma cirurgia de colocação de sonda para alimentação.

O novo Boletim InfoGripe da Fiocruz aponta queda nos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), mas destaca o VSR como principal vírus em crianças e aumento em idosos em Minas Gerais e Pará. A vacinação é crucial.

A infecção pelo HIV pode ser assintomática no início, mas a janela imunológica é crucial para a transmissão. O SUS oferece Terapia Antirretroviral (TAR) gratuita para controle da doença.
O prazo para adesão ao edital do programa Mais Médicos Especialistas foi estendido até 11 de julho, com a oferta de quinhentas bolsas para médicos em áreas prioritárias do SUS. Essa ação visa reduzir a espera por atendimentos.