A menopausa, um processo natural em fases, pode ser amenizada com terapia hormonal com hormônios bioidênticos, melhorando a qualidade de vida das mulheres. Especialistas alertam para os riscos de saúde associados à menopausa, como perda óssea e problemas de sono.

A menopausa é um processo natural que ocorre em fases, começando pela perimenopausa, que pode durar entre cinco e dez anos. Durante essa fase, as mulheres enfrentam alterações hormonais, ciclos menstruais irregulares e sintomas como ondas de calor e mudanças de humor. O ginecologista Igor Padovesi destaca que cada mulher vive essa transição de forma única, mas existem padrões gerais que ajudam a entender melhor esse momento.
Os sintomas mais comuns incluem ondas de calor, suores noturnos, dificuldades para dormir, mudanças de humor, dores articulares e musculares, além de alterações na pele e na sexualidade. A piora do sono é um dos primeiros efeitos da menopausa, podendo ocorrer mesmo antes da menstruação parar. A diminuição do estrogênio afeta a qualidade do sono e pode resultar em fadiga e irritabilidade, conforme explica o ginecologista Nélio Veiga Junior.
A endocrinologista Deborah Beranger ressalta que a falta de sono está ligada a um risco maior de doenças cardíacas e derrames. A fadiga prolongada pode ser um sinal de depressão clínica, que deve ser investigada. Além disso, a menopausa provoca a perda de densidade óssea, aumentando o risco de quedas e fraturas, especialmente em mulheres acima de cinquenta anos, conforme afirma Padovesi.
As dores nas articulações também são frequentes, pois a queda na produção hormonal causa inflamação nas articulações, favorecendo condições como artrite. A mucosa oral também é afetada, resultando em gengivas inflamadas e ressecamento. O cirurgião-dentista Hugo Lewgoy recomenda cuidados específicos, como o uso de escovas interdentais atraumáticas e cremes dentais que respeitem o equilíbrio da mucosa oral.
A retenção de líquidos, provocada pela oscilação hormonal, pode causar inchaço, especialmente nos pés. A cirurgiã vascular Aline Lamaita sugere medidas como elevação dos membros e boa hidratação para aliviar o sintoma. Para lidar com essas alterações, Padovesi enfatiza a importância da terapia hormonal, que utiliza hormônios bioidênticos para mitigar os efeitos da menopausa, como a preservação da massa óssea e a manutenção da qualidade de vida.
Os benefícios da terapia hormonal incluem a prevenção de doenças cardiovasculares e a melhoria da sexualidade. É fundamental que as mulheres busquem orientação médica para entender as mudanças que estão enfrentando. Nessa situação, nossa união pode ajudar a promover iniciativas que apoiem a saúde e o bem-estar das mulheres durante essa fase da vida.

A morte da cantora Preta Gil, aos 50 anos, destaca a urgência de discutir o câncer colorretal, que afeta cada vez mais jovens. A prevenção inclui hábitos saudáveis e exames regulares a partir dos 45 anos.

Estudo da USP revela que traumas na infância afetam saúde mental de adolescentes. Pesquisa indica que 30,6% dos transtornos mentais estão ligados a experiências traumáticas, com 81,2% dos jovens tendo enfrentado tais situações até os 18 anos.
No próximo sábado (10), o Distrito Federal realiza o Dia D de vacinação contra a influenza, com mais de 200 mil doses disponíveis para crianças, gestantes e idosos. A ação visa imunizar 90% dos grupos prioritários e contará com atividades nas Unidades Básicas de Saúde.

Pesquisadores identificaram o receptor GluD1 como essencial na modulação da dor neuropática. A injeção de cerebelina-1 em camundongos restaurou sua função, aliviando a dor crônica sem efeitos colaterais.

O Ministério da Saúde do Brasil lançou a campanha “Um teste pode mudar tudo” para aumentar a testagem e o tratamento de hepatites B e C, visando dobrar o número de pacientes em tratamento. A iniciativa destaca a importância do diagnóstico precoce e a eficácia das vacinas disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Preta Gil, cantora brasileira, faleceu aos 50 anos nos EUA após tratamento contra câncer colorretal. O aumento de casos entre jovens é alarmante, com previsão de crescimento de 21% até 2040.