A partir de 19 de junho, a vacinação contra a gripe no Distrito Federal será ampliada para toda a população a partir de seis meses, com 300 mil doses disponíveis. O objetivo é aumentar a imunização e reduzir complicações respiratórias.
A partir de 19 de junho, toda a população do Distrito Federal a partir de seis meses poderá se vacinar contra a gripe na rede pública de saúde. A campanha, que começou em 25 de março, inicialmente focava apenas em grupos prioritários. Com a ampliação, o Governo do Distrito Federal (GDF) visa aumentar o número de imunizados, reduzindo complicações e mortes associadas a infecções respiratórias causadas pelo vírus influenza. Atualmente, há um estoque de 300 mil doses disponíveis.
Até 13 de junho, foram aplicadas 272 mil doses da vacina pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES). No Dia D de mobilização, realizado em 10 de maio, foram aplicadas 11.861 doses. O subsecretário de Vigilância à Saúde da SES-DF, Fabiano dos Anjos, destacou que a campanha anual do Ministério da Saúde começa com os públicos prioritários e, posteriormente, é aberta para outros grupos, considerando a sazonalidade dos vírus respiratórios.
O vírus influenza é a principal causa do aumento de óbitos por doenças respiratórias no Brasil. Um estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) indica que a vacinação contra a gripe pode reduzir em até 35% o risco de hospitalizações entre pessoas dos grupos de alto risco. A vacina, que é atualizada anualmente, oferece proteção contra os vírus H1N1, H3N2 e B.
A vacina pode ser administrada simultaneamente a outras vacinas do calendário básico de imunização. Os imunizantes estão disponíveis em 164 salas de vacina nas unidades básicas de saúde (UBSs) do DF. A lista completa dos locais pode ser consultada no site da SES-DF. Para se vacinar, é necessário apresentar um documento de identificação e, se possível, a caderneta de vacinação.
O GDF espera que a ampliação da campanha incentive mais pessoas a se vacinarem, contribuindo para a proteção da saúde pública. A vacinação é uma ferramenta essencial para combater a propagação do vírus e minimizar os impactos das infecções respiratórias, especialmente em períodos críticos como outono e inverno.
Nossa união pode fazer a diferença na proteção da saúde da comunidade. Projetos que incentivem a vacinação e a conscientização sobre a importância da imunização são fundamentais para garantir que todos tenham acesso a esse recurso vital. Juntos, podemos apoiar iniciativas que promovam a saúde e o bem-estar de todos.

A partir de 1º de julho, o Brasil amplia a vacinação contra meningite em bebês de um ano, substituindo o reforço da vacina meningocócica C pela meningocócica ACWY, que protege contra mais tipos da doença. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destaca que essa mudança reforça o compromisso do governo com a saúde pública, oferecendo maior proteção contra formas graves da meningite bacteriana.

A febre amarela voltou a alarmar o Brasil com 110 casos e 44 mortes em 2025, devido à baixa vacinação e circulação do vírus em macacos, levantando o risco de surtos urbanos. Autoridades pedem vacinação urgente.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva relança o programa 'Agora Tem Especialistas' para aumentar em até 30% os atendimentos especializados no SUS e cria 319 cargos na Anvisa para fiscalização. A medida visa combater a alta taxa de óbitos devido a atrasos no diagnóstico, especialmente nas regiões Norte e Nordeste.

O diagnóstico da urticária no Brasil pode levar até dois anos, devido à falta de alergistas e à complexidade da doença, afetando 20% da população. O acompanhamento médico é crucial para evitar complicações graves.

Preta Gil, cantora brasileira, faleceu aos 50 anos em decorrência de câncer de intestino, diagnosticado em janeiro de 2023. O Instituto Nacional de Câncer alerta para o aumento de casos entre jovens e a importância da prevenção.

Anvisa reconhece a necessidade de considerar a obesidade nas avaliações de medicamentos, mas sem regulamentação específica. A falta de dados sobre segurança e eficácia pode levar a riscos de overdose e subdose, alertam especialistas.