O último episódio de "Trilhas da Mente" destaca cirurgias bem-sucedidas no Instituto do Cérebro. Pacientes como Monalisa e Lucca mostram a importância da esperança e novos tratamentos. Monalisa, após um diagnóstico de tumor, enfrentou uma cirurgia delicada e está em recuperação. Lucca, que lidou com epilepsia, também passou por uma operação promissora. Ambos representam a luta e a resiliência diante do câncer cerebral.
O último episódio de "Trilhas da Mente" apresenta as histórias de dois pacientes que passaram por cirurgias bem-sucedidas para remoção de tumores cerebrais no Instituto do Cérebro, localizado no Rio de Janeiro. O programa destaca a importância da esperança e dos novos tratamentos disponíveis para aqueles que enfrentam essa difícil realidade. Lucca, um adolescente, e Monalisa, uma jovem adulta, compartilham suas experiências e desafios ao longo do processo de diagnóstico e tratamento.
Lucca, de 16 anos, começou a sentir um cheiro peculiar que o levou a buscar ajuda médica. Após um longo período de consultas, o diagnóstico foi epilepsia, causada por uma desorganização dos neurônios. A cirurgia se tornou necessária e, após um ano e meio de acompanhamento, ele foi submetido a um procedimento delicado que visava remover o tumor localizado no lobo temporal do cérebro. A equipe médica se mostrou otimista quanto à recuperação de Lucca, que apresenta uma chance de mais de 95% de não ter novas crises.
Monalisa, de 28 anos, enfrentou um caminho diferente. Após um sonho inquietante e dores de cabeça intensas, ela foi diagnosticada com um tumor de quase seis centímetros. A obstrução do líquido cerebral estava causando aumento da pressão intracraniana, o que poderia resultar em cegueira ou coma. A cirurgia foi realizada com urgência, e, após três horas, os médicos conseguiram remover o tumor benigno. Monalisa agora está em recuperação, mas ainda precisa de acompanhamento médico nos próximos anos.
O neurocirurgião Paulo José da Mata Pereira explica que a cirurgia de Monalisa foi complexa, pois o tumor estava em uma região sensível do cérebro. A equipe médica teve que tomar precauções para evitar sequelas. O resultado da biópsia foi positivo, e Monalisa já pode vislumbrar um futuro sem o tumor. O Dr. Paulo Niemeyer Filho, outro membro da equipe, acredita que novas abordagens, como imunoterapia e manipulações genéticas, podem substituir a necessidade de cirurgias no tratamento de cânceres cerebrais no futuro.
Ambas as histórias ressaltam a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado. O Instituto do Cérebro se destaca como um centro de referência, oferecendo suporte e cuidados especializados a pacientes com tumores cerebrais. A recuperação de Lucca e Monalisa é um testemunho da resiliência humana e da eficácia dos avanços médicos.
Essas narrativas inspiradoras mostram como a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de pessoas que enfrentam desafios de saúde. Projetos que visam apoiar a recuperação de pacientes e promover a pesquisa em tratamentos inovadores são essenciais para garantir que mais histórias de superação como as de Lucca e Monalisa possam ser contadas no futuro.

Ministério Público do Distrito Federal visitou o Hospital Regional de Santa Maria para avaliar a preparação para o aumento de doenças respiratórias pediátricas. A unidade ampliou leitos e treinamentos.

Estudo da Universidade Aberta da Catalunha aponta que a quinoa pode reduzir picos glicêmicos e retardar a progressão do diabetes tipo 2 em idosos com pré-diabetes, destacando seus benefícios nutricionais.
Ministério da Saúde inaugura Horto Agroflorestal Medicinal Biodinâmico em Brasília. A iniciativa, em parceria com a Fiocruz, visa promover saúde e educação sobre plantas medicinais.

Pesquisadores da USP revelam que a estimulação cerebral pode reverter falhas respiratórias em camundongos com Parkinson. O estudo, publicado na revista iScience, destaca a relação entre problemas respiratórios e a qualidade de vida dos pacientes. A pesquisa, liderada pela professora Ana Carolina Takakura, identificou que as complicações respiratórias ocorrem principalmente durante o sono, afetando cerca de setenta por cento dos pacientes. A estimulação do núcleo tegmental látero-dorsal demonstrou potencial terapêutico, abrindo novas perspectivas para tratamentos futuros.

A Fundação Pró-Sangue anunciou que o estoque de sangue tipo O negativo está zerado, o que pode levar ao cancelamento de cirurgias na próxima semana. Outros tipos sanguíneos também estão em níveis críticos. Doações poderão ser feitas durante o feriado, com três postos abertos na segunda-feira, dia 21. O agendamento deve ser realizado pelo site da fundação.

Pesquisador Alexandre Alanio revela novas descobertas sobre o Cryptococcus neoformans, que se oculta no corpo em estados de dormência, dificultando diagnósticos e tratamentos. Ele propõe testes moleculares e combinações de antifúngicos para melhorar a eficácia terapêutica.