Jovens de 15 a 19 anos têm até sábado (14) para se vacinar contra o HPV no DF. Após essa data, a vacina será restrita a crianças de 9 a 14 anos, destacando a urgência da imunização.

Atenção, jovens! O prazo para que jovens de 15 a 19 anos recebam a dose única da vacina contra o Papilomavírus Humano (HPV) termina neste sábado, 14 de outubro. Desde março, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) ampliou o público-alvo do imunizante, visando aumentar a cobertura vacinal entre aqueles que não se vacinaram na idade recomendada. Após essa data, a vacina será oferecida apenas para crianças e jovens de 9 a 14 anos.
O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, enfatiza a importância de aproveitar essa oportunidade. “É crucial que jovens de 15 a 19 anos se vacinem contra o HPV. Essa vacina é uma proteção importante não apenas contra o câncer de colo de útero, mas também contra outras doenças graves relacionadas ao vírus”, afirmou. Ele ressalta que o prazo é limitado e que todos devem ter acesso a essa imunização.
A gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira, também destacou o esforço da rede para ampliar a proteção. “Essa ampliação é de extrema importância para resgatar os adolescentes que, por algum motivo, perderam a oportunidade de se vacinar na idade recomendada, conferindo assim a proteção contra HPV que é tão importante”, comentou.
No Distrito Federal, mais de cem pontos de vacinação estão disponíveis para a aplicação da vacina. Para se vacinar, os jovens devem comparecer com um documento de identidade e o cartão de vacinação. É fundamental que todos verifiquem os locais de vacinação para garantir que possam receber a imunização antes do fim do prazo.
O HPV é um vírus que pode infectar a pele e as mucosas oral, genital e anal. A principal forma de transmissão é por meio de relações sexuais desprotegidas, mas o contágio também pode ocorrer pelo contato direto entre órgãos genitais. Dados do Ministério da Saúde indicam que o câncer de colo de útero, uma das doenças causadas pelo vírus, resulta em cerca de sete mil mortes anuais no Brasil, com mais de dezessete mil diagnósticos por ano.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a terem acesso à saúde e à prevenção. É essencial que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que promovam a vacinação e a conscientização sobre a importância da imunização contra o HPV, garantindo um futuro mais saudável para todos.

Estudo da Universidade George Washington aponta que alimentos ultraprocessados são principais responsáveis pela obesidade, elevando riscos de diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares. A OMS já havia alertado sobre a epidemia global de obesidade.

A dieta mediterrânea se destaca na prevenção da sarcopenia e fragilidade em idosos, conforme revisão publicada no periódico Nutrients, com evidências de melhorias na saúde muscular. A pesquisa, envolvendo mais de 87 mil idosos, ressalta a importância de uma alimentação equilibrada, atividade física e sono adequado para minimizar a perda muscular relacionada à idade.
Cresce o número de gestações em mulheres acima dos 40 anos no Brasil, com aumento de 59,98% entre 2010 e 2022, segundo o IBGE. Especialistas alertam para riscos e a necessidade de acompanhamento médico rigoroso.

Internações por choque anafilático no Brasil dobraram na última década, com aumento de 42,1% nas consultas a alergistas entre 2019 e 2022. Novas terapias de dessensibilização oral mostram resultados promissores.

O Hospital do Andaraí, após reformas, ampliou sua capacidade de 150 para 270 leitos e agora atende três mil novos pacientes mensalmente. A unidade se tornará referência em saúde pública no Rio.

Minas Gerais e Florianópolis decretaram emergência em saúde pública devido ao aumento de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), impulsionados por vírus como influenza e VSR. A situação exige atenção redobrada.