Neste sábado (10), a Bahia realiza o Dia D de vacinação contra a gripe, com mais de 85% dos municípios participando. A meta é vacinar 3,6 milhões de pessoas, incluindo grupos prioritários.

A Bahia realiza neste sábado, 10 de agosto, o Dia D de vacinação contra a gripe, com a participação de mais de 85% dos municípios. A campanha, que visa aumentar a cobertura vacinal contra a Influenza, tem como meta vacinar mais de 3,6 milhões de pessoas. Postos de saúde estarão abertos em horários estendidos e haverá ações em locais de grande circulação, como shopping centers.
Em Salvador, um drive-thru será disponibilizado no Centro de Convenções, na Boca do Rio, a partir das 8h. A secretária de Saúde, Roberta Santana, destacou a importância da vacinação para reduzir casos graves de gripe e facilitar o acesso à imunização. Aproximadamente três milhões de doses foram distribuídas para as cidades baianas.
O público-alvo da campanha inclui crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes, idosos acima de 60 anos, além de puérperas, povos indígenas, quilombolas e profissionais de saúde. Também estão entre os grupos prioritários pessoas em situação de rua, professores, trabalhadores das forças de segurança, entre outros. A vacina contra a influenza pode ser administrada simultaneamente com outros imunizantes, como o da Covid-19.
Para se vacinar, é necessário apresentar um documento de identificação oficial, a carteira de vacinação e um comprovante que certifique a inclusão no público-alvo. Até o momento, mais de 672 mil doses foram aplicadas na Bahia, colocando o estado na quinta posição no ranking nacional de imunizações contra a gripe.
A diretora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab), Márcia São Pedro, alertou sobre o aumento de casos de influenza desde fevereiro. Ela enfatizou que a vacinação é uma medida preventiva eficaz para bloquear a transmissão do vírus. Além da vacinação contra a gripe, também está disponível o reforço da vacina contra a Covid-19 nos postos de saúde.
Embora a Bahia tenha registrado uma redução de 37% nos casos de Covid-19 em comparação ao mesmo período do ano anterior, a vacinação continua sendo essencial. Em 2025, 70% dos casos de síndromes respiratórias agudas graves foram em crianças e idosos. Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença, apoiando iniciativas que promovam a saúde e o bem-estar da população.

A hidroxiureia (HU) é o único tratamento aprovado no Brasil para a doença falciforme, com novas formulações que melhoram a adesão, especialmente em crianças. O uso da HU ainda é baixo, apesar de sua eficácia comprovada.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) lançou a versão em português do aplicativo hearWHO, que avalia a audição, com apoio de universidades brasileiras e instituições de saúde. A ferramenta permite triagem auditiva gratuita e acessível, essencial para a detecção precoce de perdas auditivas, facilitando o encaminhamento para tratamento adequado.

A Telavita se destaca como a primeira empresa de telessaúde da América Latina a obter a acreditação da American Accreditation Commission International (AACI), promovendo cuidados emocionais de qualidade. A conquista, que resulta de rigorosa avaliação, reflete o compromisso da empresa com a segurança e eficácia no atendimento, especialmente em um Brasil onde mais de 30% dos trabalhadores enfrentam ansiedade. Com a recente expansão e a adoção de inovações tecnológicas, a Telavita já atende mais de 100 empresas, demonstrando impacto positivo na saúde mental dos colaboradores.

Em 2024, o Brasil registrou 205.142 afastamentos por dor nas costas, um aumento de 69% em relação ao ano anterior. Especialistas alertam para a importância de hábitos saudáveis e exercícios físicos na prevenção.

Pesquisas do professor Marcelo Urbano Ferreira, da USP, mostram que a malária em áreas urbanas da Amazônia é majoritariamente assintomática, dificultando o controle da doença. Métodos moleculares revelam até dez vezes mais infecções.

Estudo do Rogel Cancer Center revela que dietas com baixo teor de proteínas podem inibir o crescimento do câncer colorretal, afetando mecanismos celulares como o mTORC1, mas requer supervisão médica.