A Secretaria de Saúde do DF destaca a importância de monitorar o colesterol, com queda nas mortes por infarto em 2025, resultado de ações preventivas e do projeto Sprint. O colesterol, essencial ao organismo, em excesso pode causar doenças graves. A SES-DF alerta para cuidados com a saúde cardiovascular e recomenda exames regulares.

O colesterol é uma substância vital para o organismo, mas seu excesso pode levar a graves problemas cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC). A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) destaca a importância de ações preventivas, especialmente em um contexto onde as mortes por infarto diminuíram em 2025, refletindo o impacto positivo de iniciativas como o projeto Sprint.
O colesterol, uma molécula lipídica presente em todas as células, é fundamental para a produção de hormônios e vitamina D. Ele é produzido pelo fígado e também obtido de alimentos de origem animal, como carnes e laticínios. A Referência Técnica Distrital de cardiologia da SES-DF, Rosana Oliveira, ressalta que é crucial reduzir o consumo de gorduras saturadas e trans, além de aumentar a ingestão de gorduras saudáveis, como as encontradas em abacates e peixes.
Entre janeiro e agosto de 2025, o Distrito Federal registrou mil duzentas e vinte e uma internações por infarto do miocárdio, com a maioria dos casos em homens entre cinquenta e sessenta e nove anos. Em 2024, foram registradas cento e sete mortes por infarto agudo, enquanto em 2025, até agosto, esse número caiu para quarenta e cinco. Essa redução é atribuída a projetos como o Sprint, que utiliza tecnologia para facilitar a troca de informações entre equipes médicas.
No Brasil, até agosto de 2025, ocorreram duzentas e quarenta e duas mil mortes por doenças cardiovasculares, conforme dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). O colesterol é classificado em dois tipos principais: o LDL, conhecido como "colesterol ruim", que pode se acumular nas artérias, e o HDL, o "colesterol bom", que ajuda a eliminar o colesterol ruim do organismo.
A melhor maneira de monitorar os níveis de colesterol é através do exame de sangue chamado perfil lipídico, que mede os níveis de LDL, HDL, colesterol total e triglicerídeos. Rosana Oliveira enfatiza que muitas pessoas podem ter colesterol alto sem apresentar sintomas, tornando essencial a realização de exames regulares, especialmente para aqueles com fatores de risco.
É fundamental que a população esteja atenta à saúde cardiovascular e busque atendimento médico para monitorar os níveis de colesterol. Vítimas de problemas relacionados ao colesterol elevado podem precisar de apoio para sua recuperação. A união da sociedade pode fazer a diferença na promoção de iniciativas que visem a saúde e bem-estar de todos.

Estudo da Unicamp revela 3.721 mortes maternas por hipertensão entre 2012 e 2023, com desigualdade racial alarmante. As taxas de mortalidade são mais altas entre mulheres indígenas e negras, refletindo desigualdades sociais. O pré-natal e medicamentos preventivos são essenciais para reduzir esses índices.

Pesquisadores da USP desenvolveram uma vacina inovadora contra o vírus zika, que mostrou segurança e eficácia em camundongos, protegendo contra danos cerebrais e testiculares. O estudo, publicado na revista NPJ Vaccines, representa um avanço significativo na prevenção da doença, que ainda é uma ameaça à saúde pública, especialmente para gestantes. A vacina utiliza partículas semelhantes ao vírus, evitando o uso de material genético, o que a torna mais segura e econômica.
Estudos recentes questionam a eficácia de produtos de "detox do fígado", destacando que uma dieta equilibrada com frutas e vegetais é mais benéfica. Especialistas alertam sobre os riscos de sucos para quem tem gordura no fígado.

A doença renal crônica (DRC) é progressiva e muitas vezes assintomática, com obesidade na adolescência aumentando o risco. Dr. Bruno Zawadzki alerta para sinais como fadiga, inchaço e pressão alta. Exames simples são essenciais para detecção precoce.

Dra. Louise De Brot e Dr. Eduardo Batista Candido alertam sobre a necessidade de um rastreio mais direcionado para cânceres ginecológicos, evitando exames desnecessários que podem causar danos às pacientes.

STJ confirma indenização de R$ 300 mil e pensão vitalícia a paciente com doença rara após uso de drospirenona. Laboratório é responsabilizado por danos à saúde.