A COP30 em Belém gera questionamentos sobre os benefícios para a população local e a inclusão de grupos sub-representados, em meio a críticas sobre infraestrutura e custos elevados. A cidade pode se tornar um centro de debates climáticos, mas é crucial garantir que os ganhos sejam distribuídos e que a comunidade participe ativamente do evento.

A Conferência das Partes (COP30) ocorrerá em Belém, gerando expectativas e críticas sobre a infraestrutura local e os altos custos de hospedagem. A população local expressa preocupações legítimas sobre os benefícios que o evento trará para a comunidade. A cidade se prepara para receber delegações internacionais, chefes de Estado e líderes de diversas áreas, mas enfrenta desafios como a inflação nos preços de hotéis e a especulação imobiliária.
A pergunta "O que eu ganho com isso?" reflete o sentimento de muitos moradores que não se sentem incluídos no processo. Apesar das críticas, a COP30 pode ser uma oportunidade histórica para Belém se destacar no cenário global, promovendo debates sobre clima, ciência e saberes ancestrais. É essencial que os benefícios do evento sejam distribuídos de forma justa, garantindo que a população local participe ativamente.
Os organizadores devem considerar a inclusão de grupos sub-representados, não apenas oferecendo visibilidade, mas também poder de decisão e compensação justa. A mera participação em painéis não é suficiente; é necessário um compromisso real com a comunidade. A COP30 pode gerar um legado duradouro, atraindo investimentos, turismo e parcerias que beneficiem a população local nos próximos anos.
O governo tem um papel crucial na mediação de preços e na regulamentação de contratos, assegurando que os moradores de Belém sintam os efeitos positivos do evento. A construção de centros de pesquisa, projetos para a juventude e iniciativas de economia criativa são algumas das formas de deixar um legado significativo. A participação ativa da comunidade é fundamental para que a COP30 não se torne apenas um evento passageiro.
Se a conferência for realizada com a cidade e não apenas para ela, o engajamento pode ser muito maior. É vital que a população local se sinta protagonista nesse processo, garantindo que suas vozes sejam ouvidas e respeitadas. A história não deve se repetir, e a oportunidade de transformar Belém em um centro de debates sobre sustentabilidade deve ser aproveitada.
Iniciativas que promovam a inclusão e o desenvolvimento local são essenciais. A união da sociedade civil pode fazer a diferença, garantindo que os benefícios da COP30 sejam compartilhados com todos. Projetos que valorizem a cultura e a economia local podem ser fundamentais para que a cidade colha frutos duradouros desse evento internacional.

O Instituto Capim Santo abriu inscrições para o curso gratuito "Cozinha do Amanhã", com 200 horas de aulas práticas e teóricas em São Paulo, voltado a pessoas em vulnerabilidade social. A formação, que ocorre na Universidade Anhembi Morumbi, visa capacitar novos profissionais da gastronomia, promovendo a sustentabilidade e a redução das desigualdades sociais. As inscrições vão até 23 de julho.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Waldez Góes ativaram o Defesa Civil Alerta em quatro cidades do Rio Grande do Norte, com previsão de operação em toda a região Nordeste a partir de 18 de junho. O sistema, que já foi testado em 11 municípios, enviará mensagens emergenciais via celular, garantindo alertas mesmo em modo silencioso.

O Conservatório de Tatuí, a maior escola de música e artes cênicas da América Latina, abre inscrições para cursos gratuitos presenciais, como 'Vocalidades Indígenas' e 'Cenografia'. As vagas são limitadas.

O Sesi-DF e o Senai-DF promovem a Semana do Trabalho até 9 de maio, com serviços gratuitos e atividades culturais na Esplanada dos Ministérios. A iniciativa do Ministério do Trabalho e Emprego visa capacitar e informar o público.

O Ministério da Saúde aumentou em 42% os repasses para o SAMU 192 em Minas Gerais, totalizando R$ 170 milhões, com a entrega de 207 novas ambulâncias e a cobertura de 89,34% da população.

Gavião Peixoto (SP) é a cidade com a melhor qualidade de vida do Brasil em 2025, com nota de 73,26 no Índice de Progresso Social Brasil, que revela desafios persistentes no Norte e Nordeste.