O Largo da Batata, em São Paulo, pode passar por nova reforma devido à sua condição insatisfatória, evidenciando a ineficiência da gestão pública e a falta de diálogo entre órgãos. A revitalização é necessária para melhorar a convivência e a circulação no espaço.

As praças de São Paulo enfrentam sérios problemas de planejamento e gestão, com destaque para o Largo da Batata, que pode passar por uma nova reforma apenas treze anos após sua inauguração. A gestão atual tem sido criticada por sua ineficiência e pela falta de diálogo entre os órgãos responsáveis. O largo, que foi aberto em 2013 após uma longa obra, se tornou um espaço árido e sem atrativos, mesmo após a adição de árvores, abrigos de ônibus e bancos.
O Largo da Batata é dividido por avenidas, criando três praças separadas, e a travessia da Avenida Faria Lima representa um desafio para os pedestres, que precisam cruzar várias pistas e uma ciclovia. A situação é complicada ainda mais pela presença de obstáculos como bancas de jornal e mesas de bares, dificultando o acesso ao metrô. A falta de integração com o entorno urbano, como o Mercado de Pinheiros, também é um ponto crítico, já que o comércio local luta para sobreviver em calçadas estreitas.
A gestão da praça é considerada insuficiente, e a falta de comunicação entre os órgãos públicos tem sido um obstáculo para melhorias. Ao contrário dos parques, as praças em São Paulo não possuem uma gestão própria, o que poderia facilitar a criação e manutenção de espaços públicos de qualidade. A proposta de um novo órgão para gerenciar esses espaços poderia aproveitar a energia dos frequentadores, que já demonstram interesse em cuidar e ocupar a praça.
Nos últimos anos, a gestão errática da Prefeitura tem mostrado que não consegue atender às demandas da população. A falta de estratégia e planejamento resulta em ações inadequadas, como a venda de direitos de publicidade e a realização de eventos que comprometem a integridade do espaço. O atual interesse de um fundo de investimentos em melhorar o ambiente do Largo da Batata é bem-vindo, mas é importante que a defesa do interesse público seja priorizada.
A memória do Largo da Batata, que remete a um entreposto de mercadorias, deve ser preservada, mas isso requer um planejamento que considere a eficiência na circulação e a qualidade urbanística. A experiência de outras praças, como o Anhangabaú, mostra que projetos arquitetônicos financiados pela iniciativa privada podem ser executados com recursos públicos, o que levanta questões sobre a gestão e o uso do espaço público.
Nesta situação, a união da sociedade civil pode ser fundamental para transformar o Largo da Batata em um espaço de convivência digno. Projetos que envolvem a comunidade e buscam melhorias para a praça podem contar com o apoio de todos, promovendo um ambiente mais agradável e acessível para todos os frequentadores.
Na 50ª edição do GDF Mais Perto do Cidadão, realizada em Sol Nascente e Pôr do Sol, a comunidade teve acesso a serviços de saúde, incluindo vacinação e testes rápidos, com forte participação na imunização de animais. Os moradores aproveitaram a oportunidade para cuidar da saúde de seus pets e atualizar a vacinação de crianças, destacando o engajamento local e a importância do acesso facilitado a serviços essenciais.

A exposição "Paiter Suruí, gente de verdade" no IMS, em São Paulo, reúne mais de 900 fotografias que retratam a cultura e a história do povo Paiter Suruí desde os anos 1970. As imagens, coletadas na Terra Indígena Sete de Setembro, foram feitas por indígenas e revelam a evolução do uso da fotografia em suas comunidades. A mostra, que ficará em cartaz até novembro, é uma iniciativa do Coletivo Lakapoy e destaca a importância da documentação visual na preservação da identidade cultural.

Veridiana Quirino, empresária de Campinas, superou uma infância difícil e hoje fatura mais de R$ 70 milhões com sua marca de semijoias, planejando expandir suas franquias para 700 até 2025.

Em 2024, a Randoncorp destacou-se ao aumentar em 80% a presença feminina na liderança e reduzir em 20% suas emissões com a Caldeira Verde, enquanto a WEG alcançou 28% de redução nas emissões e beneficiará 470 famílias com uma nova agroindústria.

O youtuber Felipe Bressamin Pereira, conhecido como Felca, participará do programa "Altas Horas" para discutir seu vídeo viral sobre "adultização", que já conta com mais de 31 milhões de visualizações. O conteúdo gerou investigações sobre a exploração de crianças na internet e mobilizou o Congresso Nacional. A atração vai ao ar no sábado (16) e contará com a presença de outros convidados renomados.

O 38º Congresso do Conasems, em Belo Horizonte, destaca R$ 834 milhões para reduzir filas no SUS e fortalecer a atenção primária, com apoio da OPAS e do Ministério da Saúde. A união é essencial para garantir saúde equitativa.