A ARCEF, em colaboração com a Secretaria Executiva de Políticas Sociais e o Jardim Zoológico de Brasília, distribuiu alimentos aos permissionários impactados pela interdição do zoológico devido à influenza aviária. A entrega incluiu 35 cestas básicas e 70 quilos de carne suína, em resposta a um pedido de ajuda da Associação dos Permissionários Pipoqueiros. A situação financeira dos ambulantes é crítica, e a ação visa amenizar as dificuldades enfrentadas.

A Associação dos Servidores da Secretaria de Agricultura (ARCEF), em colaboração com a Secretaria Executiva de Políticas Sociais e o Jardim Zoológico de Brasília, realizou na manhã de quinta-feira, 26 de junho, a entrega de cestas básicas e carne suína aos permissionários do zoológico. A ação ocorreu em resposta ao fechamento temporário do local, que resultou na falta de renda para os vendedores, que dependem das vendas no zoológico.
O fechamento foi motivado por dois casos confirmados de influenza aviária em aves, o que deixou os permissionários sem sustento. A maioria deles depende exclusivamente das vendas realizadas no zoológico para garantir sua sobrevivência. A entrega das cestas básicas e da carne suína foi organizada após um pedido da Associação dos Permissionários Pipoqueiros.
Marco Antônio de Azevedo, presidente da ARCEF, destacou as dificuldades enfrentadas pelos ambulantes. “A solicitação de auxílio de alimentação chegou para a gente. A situação está bem precária”, afirmou. Ao todo, foram entregues trinta e cinco cestas básicas, arrecadadas por meio da campanha Ação Solidariedade Salva, que coleta alimentos em eventos na cidade, além de setenta quilos de carne suína doados por um frigorífico local.
A ação solidária foi um esforço conjunto entre a ARCEF, o Jardim Zoológico de Brasília e a Secretaria Executiva de Políticas Sociais, liderada por Mayara Rocha, primeira dama do Distrito Federal. Essa iniciativa é um exemplo de como a união de esforços pode fazer a diferença em momentos de crise.
Atualmente, o Jardim Zoológico de Brasília não possui uma data definida para reabertura, conforme informações do secretário de Agricultura. A situação dos permissionários permanece delicada, e a necessidade de apoio é evidente. A entrega de alimentos é um passo importante, mas a continuidade do suporte é fundamental para a recuperação desses trabalhadores.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos. Projetos que visam arrecadar recursos para apoiar os permissionários do zoológico são essenciais para garantir que eles possam superar esse momento difícil e retomar suas atividades. A solidariedade da comunidade pode fazer toda a diferença na vida dessas pessoas.

O Programa Jovem Aprendiz, instituído há 25 anos, mostra resultados positivos: participantes têm de 7 a 10% mais chances de emprego formal e 24% a 35% de aumento na renda aos 25-29 anos, segundo estudo do IMDS.

A Fundação Athos Bulcão retoma a construção de sua sede, projetada por Lelé, após 16 anos de espera, com apoio político e estimativa de custo entre R$ 8 milhões e R$ 10 milhões. O projeto visa criar um espaço cultural e educacional significativo para Brasília.

O BNDES lançou um novo ciclo do programa BNDES Garagem, que irá selecionar até 100 startups até 2026, oferecendo prêmios de até R$ 160 mil e priorizando diversidade e inclusão. A iniciativa visa impulsionar soluções para desafios nacionais, como sustentabilidade e geração de emprego.
O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, finaliza a segunda fase do Caminho das Águas em Timbaúba dos Batistas, com a entrega do Açude do Riacho da Volta e novos sistemas de abastecimento. O açude, com capacidade de 925 mil m³, é o primeiro da cidade e beneficiará 147 famílias, além de fornecer água para mais de 2.400 moradores. A licitação para uma nova adutora e a entrega de sistemas de dessalinização também foram anunciadas, visando garantir água potável para mais de 4 mil pessoas.

O Brasil lança o Programa de Ação Afirmativa para aumentar a presença de juízes negros na magistratura, com apoio de empresas e investimento de quase R$ 10 milhões. A iniciativa busca promover justiça e equidade racial.

A seletividade alimentar em crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) gera preocupações nutricionais e demanda políticas públicas no Brasil. Deficiências nutricionais impactam o desenvolvimento e a saúde.