Copa D’Or, hospital de referência em Copacabana, completa 25 anos e se destaca em transplantes de pulmão, com 18 procedimentos realizados em 2023. A expansão da UTI Casa do Pulmão está prevista para o segundo semestre.

Inaugurado em dois mil, o Copa D’Or é um hospital de referência em Copacabana, com duzentos e quarenta leitos e uma abordagem inovadora nos serviços de saúde. Em dois mil e três, o hospital se destacou como centro de referência em transplante de pulmão, realizando dezoito procedimentos até o momento. A expansão da UTI de Ultra Complexidade Pulmonar, que será chamada de Casa do Pulmão, está prevista para o segundo semestre deste ano.
O hospital, que ocupa o local do antigo Hotel Copa D’Or, foi transformado em uma unidade hospitalar moderna e renovada. Com uma estrutura que inclui sessenta e oito leitos para internação adulto e pediátrica, cento e oito leitos de UTI adulto, nove de UTI pediátrica e cinquenta e cinco de tratamento semi-intensivo, o Copa D’Or realiza cerca de doze mil procedimentos cirúrgicos anualmente.
Desde a pandemia de Covid-19, o hospital intensificou seus investimentos em doenças respiratórias. Sob a liderança do cirurgião Tiago Machuca, o Copa D’Or se tornou um centro de excelência em transplante de pulmão no Brasil. Machuca, que tem vasta experiência em hospitais renomados dos Estados Unidos e Canadá, já realizou mais de duzentas e cinquenta cirurgias torácicas desde que assumiu a UTI pulmonar do hospital.
A Casa do Pulmão será um espaço dedicado a pacientes com doenças pulmonares complexas, oferecendo todas as terapias disponíveis, como transplante pulmonar e cirurgia robótica. O diferencial desse espaço é a presença simultânea de todos os especialistas necessários, evitando a fragmentação do atendimento, que pode ser desgastante para os pacientes.
O Copa D’Or também se destaca pelo uso da tecnologia ECMO (oxigenação por membrana extracorpórea), que atua como pulmão ou coração artificial para pacientes em estado crítico. O hospital é um dos três no Brasil a receber o selo Silver Level ELSO Award Recipient, reconhecendo sua excelência na aplicação dessa técnica. Um caso recente envolveu um paciente que, após um tratamento intensivo, conseguiu se recuperar e retornar às suas atividades.
Com a expansão da Casa do Pulmão, o Copa D’Or reafirma seu compromisso com a saúde respiratória. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois a união pode fazer a diferença na vida de muitos pacientes que necessitam de cuidados especializados e tecnologia de ponta.

Pesquisadores da Universidade de Denver revelam que a presença de cães reduz o estresse em humanos, equilibrando hormônios e beneficiando ex-militares com transtorno de estresse pós-traumático.

A Prefeitura de Belo Horizonte declarou emergência em saúde pública por 180 dias devido ao aumento de doenças respiratórias, priorizando a abertura de leitos pediátricos e a vacinação infantil. A baixa cobertura vacinal, com apenas 13 mil das 155 mil crianças elegíveis vacinadas, agrava a situação.

O SUS iniciou as infusões do Zolgensma, terapia gênica para AME, em crianças com menos de seis meses, após acordo com a Novartis. Brasil é o sexto país a oferecer essa opção no sistema público. O medicamento, que custa R$ 7 milhões por dose, será administrado a crianças com AME tipo 1, sem ventilação mecânica invasiva. O pagamento é vinculado ao sucesso do tratamento, com acompanhamento por cinco anos.

A morte da cantora Karen Silva, ex-participante do The Voice Kids, aos 17 anos, destaca o aumento alarmante de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVCs) em jovens. O AVC hemorrágico, que representa 15% dos casos, é o mais letal. Estudos recentes mostram que a incidência global de AVC em pessoas com menos de 70 anos cresceu 14,8%, com 18% dos casos no Brasil afetando jovens entre 18 e 45 anos. Fatores de risco incluem hipertensão, diabetes e sedentarismo, além de questões genéticas.

O Hospital do Andaraí, após reformas, ampliou sua capacidade de 150 para 270 leitos e agora atende três mil novos pacientes mensalmente. A unidade se tornará referência em saúde pública no Rio.
A vacina experimental ELI-002 2P demonstrou eficácia em pacientes com câncer de pâncreas e colorretal, aumentando a sobrevivência e a resposta imune em 68% dos casos. O estudo de fase 1, publicado na Nature Medicine, revela que a vacina, não personalizada e fabricável em larga escala, pode ser uma nova ferramenta no combate a esses tipos letais de câncer.