Na Creche Municipal Doutor Paulo Niemeyer, uma oficina de tranças inspirada no livro "Trançando o amor" promoveu a valorização da cultura afro-brasileira entre crianças e familiares. A atividade uniu literatura e identidade, reforçando a representatividade e o pertencimento.
Uma atividade especial ocorreu na segunda-feira, dia 18, na Creche Municipal Doutor Paulo Niemeyer, situada no Centro do Rio. A oficina de tranças, inspirada no livro Trançando o amor, da escritora Lorrane Fortunato, envolveu crianças, pais, avós e professores em uma experiência que uniu literatura, afeto e identidade. A história de Conceicinha, a protagonista, destaca a importância das tradições familiares e da representatividade.
A narrativa do livro, que homenageia a escritora Conceição Evaristo, foi contada para os pequenos, que também participaram de uma oficina prática. Com pente, creme e muita criatividade, pais trançaram os cabelos dos filhos, avós trançaram netos e as crianças aprenderam a trançar umas às outras. A avó Olinda compartilhou suas memórias sobre como esse costume se transformou ao longo das gerações.
A professora Jéssica Pires ressaltou que trabalhar os penteados afro na escola é fundamental para combater o preconceito desde a infância. A atividade não apenas promoveu a prática cultural, mas também reforçou a identidade e o pertencimento entre os participantes. Entre tranças nagô, coques bantu e cabelos coloridos, a alegria foi contagiante, com muitos sorrisos e abraços.
A pequena Rebeca, que foi modelo durante a oficina, expressou a felicidade que sentiu ao participar da atividade. A oficina de tranças se tornou um espaço de aprendizado e celebração da cultura afro-brasileira, mostrando como a literatura pode ser uma ferramenta poderosa para a formação da identidade nas crianças.
Esse tipo de iniciativa é essencial para fortalecer a cultura e a identidade afro-brasileira nas novas gerações. A união de crianças e familiares em atividades que valorizam suas raízes é um passo importante para a construção de uma sociedade mais inclusiva e respeitosa.
Projetos como esse merecem ser incentivados e ampliados pela sociedade civil. A mobilização em torno de ações que promovam a cultura e a identidade afro-brasileira pode fazer uma diferença significativa na vida de muitas crianças e famílias, contribuindo para um futuro mais justo e igualitário.
O Sesc São Caetano apresenta o Projeto Brincantes, que promove a cultura afro-brasileira por meio de atividades lúdicas para crianças e famílias. As vivências ocorrem em maio, destacando a importância da diversidade cultural.
O projeto Confirmação Vocal do Público Transgênero, fundado por João Lopes, transforma vidas ao ajudar pessoas trans a adequar sua voz à identidade de gênero, promovendo autoestima e inclusão social. Lune Yunka e Jordhan Lessa destacam a relevância do tratamento, que vai além da fonoaudiologia, oferecendo suporte psicológico e nutricional.
No segundo dia da Flip 2025, Neige Sinno e Anabela Mota Ribeiro discutiram luto e violência sexual, apresentando suas obras e abordagens únicas sobre esses temas impactantes. Sinno, com "Triste tigre", e Ribeiro, com "O quarto do bebê", exploraram experiências profundas e reflexões sobre dor e superação.
Laysa Helena e Mauricio Henrique Pinto transformaram um hobby em um negócio de sucesso, a MHP Muscle Cars, que faturou R$ 5 milhões em 2024 e planeja investir R$ 2 milhões em uma nova sede para treinamentos.
Pessoas com deficiência, doenças graves e idosos terão prioridade no recebimento de precatórios, com previsão de R$ 1 bilhão para 16.969 credores em um ano e meio.
Surge o Glucopatch, um dispositivo vestível e não invasivo para monitorar glicose, desenvolvido por Marcelo Grasti e equipe, com custo estimado de R$ 250, visando facilitar o controle do diabetes tipo 2 no Brasil.