Em 2023, o Distrito Federal registrou 19.996 casos de violência doméstica, um aumento de 4,4% em relação ao ano anterior, afetando profundamente crianças que testemunham essas agressões. Crianças e adolescentes que presenciam violência em casa enfrentam traumas emocionais severos, como ansiedade e dificuldades de relacionamento. A denúncia é crucial para romper esse ciclo.

A violência doméstica continua a ser um grave problema no Brasil, com dados alarmantes. Em 2023, o Distrito Federal registrou 19.996 casos de violência doméstica, um aumento de 4,4% em relação ao ano anterior. Especialistas alertam para os danos psicológicos que essas situações causam, especialmente em crianças que testemunham agressões. O impacto emocional é profundo e pode afetar a vida dessas crianças por muitos anos.
Daniele Morais, 29 anos, compartilha sua experiência de ter crescido em um lar marcado pela violência verbal e psicológica. Ela relata que, apesar de não ter visto seu pai agredir fisicamente sua mãe, as constantes ameaças e gritos criaram um ambiente de tensão. Daniele menciona que a terapia foi fundamental para sua recuperação, ajudando-a a lidar com a hipervigilância e a reconstruir sua autoestima.
Fabricio Castro, 23 anos, também cresceu em um ambiente violento. Ele lembra das brigas entre seus pais e como isso afetou sua infância. Fabricio se tornou uma criança agressiva e ansiosa, mas, após anos de autoconhecimento e terapia, conseguiu superar os traumas. Ele destaca a importância de quebrar ciclos de violência que marcam gerações.
A psicóloga Kênia Ramos explica que crianças que presenciam violência doméstica são consideradas vítimas secundárias, enfrentando problemas como ansiedade, baixa autoestima e dificuldades em formar relacionamentos saudáveis. Esses danos emocionais podem levar a padrões abusivos no futuro, seja como vítimas ou agressores. O acompanhamento psicológico é essencial para ajudar essas crianças a se recuperarem.
Para enfrentar essa realidade, o Distrito Federal implementa programas de prevenção à violência doméstica, como o Segurança Integral, que envolve a sociedade civil e órgãos públicos. A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) também atua para garantir que crianças e adolescentes recebam o apoio necessário, evitando a revitimização durante o processo de denúncia.
O aumento dos casos de violência doméstica exige uma resposta coletiva. A sociedade civil pode desempenhar um papel crucial no apoio a vítimas e na promoção de projetos sociais que visem a prevenção e a recuperação. A união em torno dessas causas pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas afetadas pela violência.

Luiz Gustavo, que comoveu o Brasil aos 8 anos ao doar um ovo para um abrigo de idosos, agora com 13, continua a praticar a solidariedade e ajuda um ciclista em sua jornada. A família ainda busca concluir a reforma da casa adquirida com a ajuda recebida após a viralização da história. O abrigo, que se expandiu, agora atende 40 idosos e está construindo um novo prédio para mais 40.

O Senado aprovou a prorrogação das cotas para minorias em concursos públicos por dez anos, aumentando a reserva de 20% para 30% e incluindo novos grupos. O projeto aguarda sanção presidencial.

O Grupo L’Oréal e o Movimento pela Equidade Racial lançam o Código de Defesa e Inclusão do Consumidor Negro para combater o racismo no varejo de luxo e promover a equidade racial. A iniciativa surge após pesquisa que identificou práticas discriminatórias e propõe normas para melhorar a experiência de compra de consumidores negros.

O Hospital Mont Serrat, em Salvador, é o primeiro do SUS dedicado a cuidados paliativos, oferecendo atendimento humanizado e focado na qualidade de vida de pacientes com doenças graves. A instituição, que funciona em um casarão do século 19, destaca-se pela abordagem centrada no paciente e na família, promovendo conforto e dignidade nos momentos finais.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional lançou o Programa Nacional de Máquinas, Equipamentos e Veículos para o Desenvolvimento Regional e Territorial – o INOVA, visando apoiar municípios com menor renda e infraestrutura. A iniciativa prioriza localidades em situação de emergência, promovendo a modernização produtiva e a redução de desigualdades. Equipamentos como tratores e caminhões serão entregues para facilitar o escoamento da produção e melhorar o acesso a serviços públicos.

A Comissão de Previdência da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3981/23, que padroniza os protocolos de pré-natal no SUS, respeitando as particularidades regionais. A proposta visa garantir melhores práticas na saúde da mulher e da gestante, ampliando o acesso aos serviços de saúde. O projeto segue para análise das comissões de Saúde e de Constituição e Justiça.