Na 10ª edição do curso "Nasce uma Estrela", mil mulheres receberam orientações sobre cuidados com bebês e saúde emocional, além de kits enxoval, promovendo apoio essencial a famílias em vulnerabilidade social. A iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania do DF reforça o compromisso com políticas públicas que acolhem e cuidam das mães durante a maternidade.

O projeto "Nasce uma Estrela", promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), alcançou um marco significativo ao atender mil mulheres na décima edição do curso realizado no Pôr do Sol. O evento, que ocorreu no dia 25 de abril, ofereceu orientações sobre cuidados com bebês e saúde emocional, além de distribuir kits enxoval para famílias em situação de vulnerabilidade social.
Larissa da Silva de Jesus, uma das participantes, chegou ao local com sua filha de dois meses, expressando insegurança em relação aos cuidados com a recém-nascida. Após um episódio de engasgo da bebê, Larissa buscou apoio e encontrou no curso informações valiosas. “Hoje aprendi como agir e tirei muitas dúvidas sobre os sinais que a minha bebê dá quando está com cólica ou incomodada”, afirmou, aliviada.
O curso, com duração de aproximadamente duas horas, abrangeu temas como aleitamento materno, prevenção de cólicas e segurança no sono. Nesta edição, uma médica obstetra também participou, esclarecendo dúvidas sobre um parto mais tranquilo. Thaís Ribeiro, grávida de quatro meses e mãe de dois meninos, destacou a importância da formação: “Cada gravidez é diferente. Quero estar bem informada para passar por esse momento com mais tranquilidade”.
A mãe de Thaís, Giovânia Ribeiro, também elogiou a iniciativa, ressaltando a importância do apoio recebido pela filha. Além do curso, as participantes puderam acessar outros serviços oferecidos durante o evento, como exames de saúde e emissão de documentos, enquanto as crianças se divertiam em espaços infantis.
A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, enfatizou que a marca de mil atendimentos reafirma o compromisso da Sejus com políticas públicas voltadas ao acolhimento e cuidado das mulheres durante a maternidade. “Estamos no caminho certo, com ações concretas que impactam diretamente a vida das famílias do DF”, afirmou.
O projeto "Nasce uma Estrela" já beneficiou novecentas mulheres em edições anteriores, passando por diversas regiões do Distrito Federal. Os kits enxoval, que incluem roupas de bebê e fraldas, são essenciais para famílias em situação de vulnerabilidade. Iniciativas como essa merecem ser apoiadas pela sociedade civil, pois podem transformar a vida de muitas mães e seus filhos.

Agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem 710 vagas de emprego, com salários entre R$ 1.518 e R$ 3.171,34, priorizando a inclusão de pessoas com deficiência em diversas áreas. O cadastro pode ser feito pelo aplicativo da CTPS.

Cortes de verbas do governo Trump afetam organizações como Acnur e Cáritas no Brasil, resultando na suspensão de apoio a refugiados e na busca por novos financiamentos. A situação exige resiliência e novas alianças.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, anunciou um fundo de R$ 15 milhões para pequenos e médios produtores na AgroBrasília, que deve gerar R$ 6 bilhões em negócios. O evento destaca a força do agronegócio local.

Moradores de rua em São Paulo enfrentam violência e discriminação, como evidenciado pelos relatos de Tiago e Kauan, que lutam por dignidade sob o Minhocão. Aumento de abordagens sociais não resolve a crise.

Neste sábado (24/5), o Governo do Distrito Federal (GDF) promoverá uma operação de acolhimento a pessoas em situação de rua em seis locais do Plano Piloto, com apoio de diversas secretarias. A ação visa garantir dignidade e acesso a direitos fundamentais, além de organizar os espaços públicos. A DF Legal desmontará estruturas improvisadas e transportará pertences pessoais, enquanto a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) oferecerá atendimento.

A Hapvida vendeu o Hospital e Maternidade Maringá por R$ 65 milhões para a Associação Beneficente Bom Samaritano, que já opera o Hospital Santa Rita, ampliando o atendimento ao SUS na cidade. A venda representa um deságio em relação aos R$ 92 milhões pagos em 2021, parte da estratégia da Hapvida para otimizar sua alocação de capital e redirecionar seu foco operacional.