A Teva abriu inscrições para a 4ª edição do Prêmio Humanizar a Saúde, que reconhecerá projetos inovadores em Saúde Mental, Doenças Raras e Oncologia, com R$ 50 mil para cada vencedor. As inscrições vão até 07 de agosto de 2025.

A farmacêutica Teva anunciou a abertura das inscrições para a 4ª edição do Prêmio Humanizar a Saúde, que se encerram em 07 de agosto de 2025. O prêmio visa reconhecer e apoiar projetos inovadores de organizações sem fins lucrativos que busquem humanizar o cuidado na saúde, melhorando a qualidade de vida de pacientes e familiares. Em 2025, a premiação irá selecionar três iniciativas focadas em Saúde Mental, Doenças Raras e Oncologia, com um prêmio de R$ 50 mil para cada projeto vencedor.
Os projetos concorrentes devem ter sido iniciados há pelo menos seis meses e se enquadrar em uma das novas categorias. A categoria Saúde Mental abrange iniciativas que promovem o cuidado humanizado em condições como Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), transtornos de ansiedade, depressão, Transtorno do Espectro Autista (TEA), entre outros. A categoria Doenças Raras inclui projetos que atendem condições que afetam até 65 pessoas a cada 100 mil habitantes, conforme dados do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS).
A categoria Oncologia contempla projetos que oferecem suporte a pacientes com tumores sólidos e cânceres oncohematológicos, incluindo tipos raros. Ao final do processo de seleção, três projetos – um em cada categoria – serão escolhidos para receber o apoio financeiro, que visa reconhecer e garantir a continuidade das iniciativas. Segundo Roberto Rocha, Gerente Geral da Teva Brasil, é fundamental que o cuidado na saúde incorpore empatia e dignidade, colocando o paciente e seus familiares no centro do atendimento.
Na edição anterior, em 2024, os vencedores foram o INCAvoluntário, o Hospital Pequeno Príncipe e a ONG Zoé. O projeto “Radioterapia sem medo”, do INCAvoluntário, busca tornar a experiência de pacientes com câncer mais leve, utilizando brincadeiras e um ambiente acolhedor. O Hospital Pequeno Príncipe foi premiado pelo projeto de cuidados paliativos integrados para pacientes pediátricos, enquanto a ONG Zoé foi reconhecida por levar atendimento médico a áreas ribeirinhas do Pará, com mais de 12 mil atendimentos desde sua fundação.
O Prêmio Humanizar a Saúde é uma oportunidade para que organizações sem fins lucrativos apresentem suas iniciativas e contribuam para a melhoria da experiência de pacientes e cuidadores. A Teva acredita que a humanização do cuidado é essencial para transformar a jornada de quem enfrenta doenças. O apoio a projetos que promovem essa abordagem é fundamental para garantir que a saúde seja tratada com a dignidade que todos merecem.
Iniciativas como essas precisam do suporte da sociedade civil para prosperar. A união em torno de causas que buscam humanizar o atendimento na saúde pode fazer uma diferença significativa na vida de muitos. Mobilizar recursos para apoiar projetos inovadores é um passo importante para transformar realidades e oferecer um cuidado mais humano e acolhedor.

Neste sábado (24/5), o Governo do Distrito Federal (GDF) promoverá uma operação de acolhimento a pessoas em situação de rua em seis locais do Plano Piloto, com apoio de diversas secretarias. A ação visa garantir dignidade e acesso a direitos fundamentais, além de organizar os espaços públicos. A DF Legal desmontará estruturas improvisadas e transportará pertences pessoais, enquanto a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) oferecerá atendimento.

A Estação Cidadania, criada durante a pandemia, ainda opera na Sé com serviços reduzidos. A nova unidade na Santa Cecília, com equipe contratada, enfrenta atrasos e falta de atendimento. A Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania e a organização Ação Retorno confirmam que a nova unidade deve iniciar atividades no segundo semestre de 2025, após mudanças de local e adaptações necessárias.

Uma pesquisa revelou que 52% dos brasileiros costumam ajudar instituições que cuidam de animais em desastres. Mulheres e pessoas com maior escolaridade são os principais doadores, enquanto jovens e menos escolarizados tendem a não contribuir.
O Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas (Provita) já assistiu mais de 4 mil brasileiros em 25 anos, com 510 pessoas sob proteção atualmente, destacando mulheres negras em vulnerabilidade. O programa, que garante moradia segura e apoio psicológico, mantém um índice de 100% de sucesso em evitar atentados.

A ONG Cidade Sem Fome, liderada por Hans Dieter Temp, enfrenta dificuldades financeiras para expandir suas hortas em escolas de São Paulo, com 32 unidades na fila de espera. A falta de apoio governamental limita o projeto.

O setor social atrai profissionais em busca de impacto, com destaque para gestores sociais, assistentes e especialistas em captação de recursos. Habilidades como comunicação e empatia são essenciais.