Terceiro Setor

Defensoria Pública oferece atendimentos jurídicos e psicossociais na Escola Classe 68 em Ceilândia

O Projeto Defensoria nas Escolas oferecerá atendimentos jurídicos e psicossociais na Escola Classe 68 de Ceilândia nos dias 15 e 16 de maio, visando facilitar acordos entre pais, professores e estudantes. A ação, promovida pela Defensoria Pública do Distrito Federal em parceria com a Secretaria de Educação, ocorrerá das 9h às 16h. O defensor público-geral, Celestino Chupel, ressalta a importância da conscientização sobre cidadania para uma sociedade mais justa.

Atualizado em
May 14, 2025
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Após identificar 1.980 crianças sem o nome do pai na certidão de nascimento, projeto chega à região de Ceilândia nesta quinta e sexta(15 e 16/5) - (crédito: André Amendoeira/SEEDF)

Nos dias 15 e 16 de maio, a Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) realizará atendimentos jurídicos e psicossociais na Escola Classe 68 de Ceilândia. A ação, que ocorrerá das 9h às 16h, tem como objetivo facilitar acordos entre pais, professores e estudantes, promovendo um ambiente escolar mais harmonioso.

O defensor público-geral, Celestino Chupel, enfatizou a importância da iniciativa, afirmando que “ao promover a conscientização nas escolas e oferecer atendimento jurídico personalizado, fortalecemos o entendimento coletivo sobre cidadania e contribuímos para uma sociedade mais justa, segura e equitativa”. Essa abordagem visa não apenas resolver conflitos, mas também educar a comunidade escolar sobre seus direitos e deveres.

A atividade é uma parceria entre a DPDF e a Secretaria de Educação, utilizando uma Unidade Móvel para atender a demanda. Essa estratégia busca levar serviços essenciais diretamente à população, especialmente em áreas onde o acesso à justiça pode ser limitado. A presença da Defensoria nas escolas é uma forma de garantir que todos tenham a oportunidade de entender e reivindicar seus direitos.

Além dos atendimentos jurídicos, a ação também incluirá suporte psicossocial, reconhecendo a importância do bem-estar emocional no ambiente escolar. A iniciativa reflete uma abordagem holística, que considera não apenas os aspectos legais, mas também as necessidades emocionais dos envolvidos.

Com a realização desse projeto, a DPDF espera criar um espaço de diálogo e entendimento, onde pais, professores e alunos possam trabalhar juntos para resolver questões que afetam a convivência escolar. A participação ativa da comunidade é fundamental para o sucesso dessa proposta, que busca promover um ambiente educacional mais saudável e colaborativo.

Iniciativas como essa merecem ser apoiadas e ampliadas. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na promoção de projetos que visem o fortalecimento da cidadania e a melhoria das condições nas escolas. É essencial que todos se mobilizem em prol de uma educação mais justa e inclusiva.

Correio Braziliense
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