A astenia, sensação persistente de fraqueza, pode sinalizar a progressão da Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica (DHGNA), exigindo avaliação médica e mudanças de hábitos. O diagnóstico precoce é crucial para evitar complicações graves.

A Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica (DHGNA) é uma condição que pode se desenvolver de forma silenciosa, levando a complicações graves, como cirrose e câncer, se não for tratada adequadamente. Recentemente, a astenia, caracterizada por uma sensação persistente de fraqueza e cansaço, foi identificada como um sinal de que a doença pode estar avançando, o que torna essencial a avaliação médica e a adoção de hábitos saudáveis.
O fígado desempenha um papel crucial na regulação da energia do corpo, transformando nutrientes em combustível. Quando há acúmulo de gordura, sua eficiência diminui, resultando em cansaço constante. A presença de astenia pode indicar um distúrbio metabólico sério, e é importante que os indivíduos que apresentem esse sintoma busquem orientação médica para um diagnóstico preciso.
A DHGNA pode ser revertida com mudanças no estilo de vida, incluindo controle de peso e hábitos alimentares saudáveis. A identificação precoce da doença é fundamental para evitar que o quadro evolua para estágios mais graves, como a esteatose hepática grau 3, que indica um acúmulo severo de gordura no fígado e pode levar a complicações sérias.
Os sintomas associados à esteatose hepática grau 3 incluem fadiga, dor abdominal e aumento do fígado. A detecção precoce e a implementação de mudanças no estilo de vida são essenciais para reverter o quadro e preservar a saúde do fígado. A conscientização sobre a DHGNA e seus sinais de alerta é crucial para a prevenção de complicações.
Além da astenia, outros sintomas podem estar relacionados a diferentes condições clínicas, o que reforça a importância de uma avaliação médica detalhada. A busca por um diagnóstico correto é vital para o tratamento adequado e para evitar o agravamento da doença.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de muitos que enfrentam a DHGNA. Projetos que promovem a conscientização e o apoio a hábitos saudáveis são essenciais para ajudar aqueles que precisam de orientação e recursos para melhorar sua saúde. Juntos, podemos contribuir para um futuro mais saudável e consciente.

A Fiocruz alerta sobre aumento de mortalidade por influenza A em crianças e idosos, com apenas 32% de cobertura vacinal. Vinte e dois estados estão em alerta para síndrome respiratória aguda grave (SRAG).

Cerca de 46% dos brasileiros acima de 80 anos enfrentam sarcopenia, condição que reduz a massa muscular e força, aumentando o risco de quedas e comprometendo a qualidade de vida. A prevenção envolve dieta rica em proteínas e exercícios regulares.

Avanços na oncologia, apresentados na Asco, incluem tratamentos precoces com biópsia líquida e novas drogas para câncer de mama, prometendo maior eficácia e controle da doença. Acesso a essas inovações ainda é um desafio no Brasil.

O anticorpo monoclonal nirsevimabe, aprovado pela Anvisa em 2023, demonstrou eficácia de 83% na prevenção de hospitalizações por vírus sincicial respiratório em bebês. A meta-análise de 27 estudos confirma sua importância na proteção contra infecções graves.

Pesquisadores da UFRJ identificaram a Trema micrantha como uma nova fonte de canabidiol (CBD) no Brasil, sem THC, o que pode reduzir custos e facilitar a produção nacional. A descoberta promete impactar a saúde pública e a economia verde.

Equipes de saúde do Distrito Federal aplicaram mais de 594 mil doses da vacina contra a gripe, mas a adesão entre gestantes é alarmantemente baixa, com apenas 1,4 mil vacinas administradas. A vacina é segura e essencial para prevenir complicações graves.