Diogo Almeida, ator e psicólogo, reflete sobre sua experiência no "Big Brother Brasil 24", destacando o autoconhecimento e a valorização do cuidado feminino. Ele coordena o projeto social "Empoderadas", que apoia mulheres vítimas de violência.

Após 44 dias no "Big Brother Brasil 24", Diogo Almeida, ator, psicólogo e escritor, transformou sua experiência em uma jornada de autoconhecimento e fortalecimento de laços familiares. Compartilhando o confinamento com sua mãe, Diogo destacou como essa vivência aprofundou sua relação com ela e permitiu uma reflexão sobre sua vida pessoal e profissional. Ele afirmou: "Só quem vive o 'BBB' pode mensurar como é viver essa experiência."
Durante sua participação, Diogo enfrentou o desafio da exposição constante, algo incomum para uma pessoa reservada. Ele comentou sobre a dificuldade de expressar seus pensamentos sem a opção de se resguardar, mas enfatizou que não se arrepende de sua vivência. "Me orgulho de ter vivido essa experiência ao lado da minha mãe e de ter conseguido transmitir coisas boas para quem me assistia," disse ele.
Com formação em Psicologia, Diogo acredita que sua formação enriquece sua atuação como ator. Ele mencionou que a sensibilidade é um fio condutor entre atuar, escrever e escutar. "A psicologia soma para o meu trabalho como ator e vice-versa," afirmou, ressaltando a importância da escuta atenta em seu trabalho e em projetos sociais.
Diogo coordenou o projeto social "Empoderadas", que oferece apoio psicológico e capacitação a mulheres vítimas de violência. Ele destacou a importância de ouvir essas mulheres sem julgamentos, afirmando que "o que elas precisam é ser ouvidas genuinamente." O programa também oferece cursos para que as participantes possam ter uma fonte de renda, ajudando-as a se libertar de relacionamentos abusivos.
Nascido em Campo Grande e criado em Cosmos, no Rio de Janeiro, Diogo valoriza suas origens e a infância vivida nas ruas. Ele acredita que essa fase é crucial para a formação do indivíduo e expressou gratidão por sua trajetória. "Sou feliz por ter passado a minha infância lá," declarou, enquanto busca seu espaço no meio artístico.
Diogo enfatiza que o afeto é a base de tudo que faz. Ele acredita que pequenos gestos de carinho têm um poder transformador e que é fundamental valorizar o cuidado com as mulheres. "Precisamos valorizar e seguir honrando as nossas mães," afirmou, destacando a importância do cuidado mútuo entre homens e mulheres. Essa mensagem reforça a necessidade de apoio a iniciativas que promovam a valorização do cuidado e a proteção das mulheres em nossa sociedade.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional inicia mapeamento aéreo no Rio Grande do Sul para recuperação pós-enchentes, com investimento de R$ 45,9 milhões. A ação visa mitigar danos e orientar intervenções.

A Casa França-Brasil se tornará Casa Brasil a partir de 27 de junho, promovendo a arte nacional e abrindo acesso à Orla Conde. O projeto é patrocinado pela Petrobras e inclui uma chamada para projetos artísticos.

O governo Lula, por meio da ministra Gleisi Hoffmann, apoiará o projeto de lei de Alessandro Vieira sobre exploração digital de crianças, enviando propostas complementares para fortalecer a proteção infantil nas redes sociais.

Em 2024, 90% das mineradoras associadas à Women in Mining Brasil (WIM) têm programas de diversidade, mas apenas 22% das vagas são ocupadas por mulheres. A paridade de gênero na mineração deve ocorrer apenas em 2038.

Goiás se destaca ao aprovar a primeira lei de inteligência artificial do Brasil, promovendo código aberto, energia renovável e ensino nas escolas, visando autonomia tecnológica e competitividade.

Com a aproximação do Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, cresce a necessidade de conscientização sobre práticas como stealthing, gaslighting sexual e revenge porn, que são crimes. A falta de informação impede que muitas mulheres reconheçam e denunciem abusos. Um vídeo educativo está sendo produzido para esclarecer essas questões e incentivar denúncias, mesmo de casos passados.