O Distrito Federal intensificará a vigilância contra sarampo e rubéola com o "Dia S", mobilizando servidores para busca ativa de casos suspeitos em diversas áreas. A ação visa manter a região livre das doenças.

O Distrito Federal participará do "Dia S", uma mobilização nacional para combater o sarampo e a rubéola. A ação ocorrerá na terça-feira, 17 de junho, com servidores da Secretaria de Saúde (SES-DF) realizando buscas ativas de casos suspeitos, seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde. O foco será em áreas estratégicas como escolas, comunidades e unidades de saúde, visando identificar e notificar casos que possam ter passado despercebidos.
A diretora de Vigilância Epidemiológica da SES-DF, Juliane Maria Alves Malta, enfatiza a importância da iniciativa. Segundo ela, "a busca ativa é essencial para detectar precocemente possíveis casos de sarampo e rubéola, especialmente entre pessoas que ainda não procuraram atendimento médico". A identificação de casos suspeitos é crucial para manter a vigilância e agir rapidamente, evitando surtos.
As ações de vigilância e vacinação contra essas doenças são contínuas no DF, mas serão intensificadas durante o "Dia S". A SES-DF destaca a importância de manter o cartão de vacinação atualizado com a tríplice viral, que protege contra sarampo, rubéola e caxumba. As recomendações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) incluem duas doses da vacina para pessoas de 12 meses a 29 anos e uma dose para adultos entre 30 e 59 anos.
Em 2023, o DF registrou trinta casos suspeitos de sarampo e dezenove de rubéola, mas não houve confirmações. Em 2024, foram trinta e seis casos suspeitos de sarampo e dezessete de rubéola, também sem confirmações. Até a semana epidemiológica 22 de 2025, foram registrados vinte e um casos suspeitos de sarampo e cinco de rubéola, com um caso confirmado de sarampo importado.
A população é orientada a procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência ao apresentar febre acompanhada de manchas vermelhas ou rosadas na pele, além de sintomas como tosse, coriza ou conjuntivite. É fundamental levar o cartão vacinal para avaliação e atualização, se necessário.
Essa mobilização é uma oportunidade para a sociedade se unir em prol da saúde pública. A participação ativa da comunidade pode fazer a diferença na prevenção de surtos e na proteção de todos. Projetos que incentivem a conscientização e a vacinação são essenciais para garantir que o DF continue livre dessas doenças.

Preta Gil segue em tratamento experimental contra o câncer nos Estados Unidos, cercada pelo apoio da família e amigos, enquanto aguarda novos exames em agosto para definir os próximos passos. Flora Gil e Gominho visitam a artista, que compartilha sua luta nas redes sociais.

No Distrito Federal, a saúde mental é atendida por uma rede integrada, com mais de 14 mil guias de emergência abertas e novos serviços como Compp e Adolescentro para crianças e adolescentes. A SES-DF oferece suporte a todos os níveis de gravidade.

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio ampliará a vacinação contra gripe e sarampo com novos pontos extras neste fim de semana. A ação visa aumentar a cobertura vacinal em áreas de grande movimento. Além dos postos extras, as vacinas continuam disponíveis nas 240 unidades de Atenção Primária e no Super Centro Carioca de Vacinação. As unidades de Botafogo e Campo Grande também seguem aplicando as doses. A população pode buscar orientação nas unidades de saúde.

Editais de credenciamento foram publicados no Diário Oficial do Distrito Federal, visando ampliar procedimentos cirúrgicos em especialidades como oftalmologia e coloproctologia. A iniciativa, aprovada pelo Conselho de Saúde do DF, beneficiará pacientes com condições como catarata e hemorróidas, garantindo acompanhamento pré e pós-operatório.

Teste de sentar e levantar (STS) avalia saúde em idosos, indicando riscos de quedas e problemas cardiovasculares. Intervenções podem melhorar qualidade de vida e autonomia.

Estudos recentes mostram que o exercício físico é crucial não apenas na prevenção, mas também no tratamento do câncer, embora menos de 10% dos médicos prescrevam essa prática. O oncologista Paulo Bergerot destaca a necessidade de sensibilização e formação na área.