Divaldo Franco, importante médium espírita, faleceu em 13 de novembro de 2023, aos 98 anos, após lutar contra câncer de bexiga. A Mansão do Caminho realizará um ato público de despedida.

Divaldo Franco, um dos mais respeitados líderes espíritas do Brasil, faleceu em 13 de novembro de 2023, em Salvador, aos 98 anos. Ele lutava contra um câncer de bexiga desde novembro do ano anterior e, segundo informações, a causa da morte foi falência múltipla dos órgãos. Natural de Feira de Santana, Divaldo dedicou mais de setenta anos ao espiritismo e é amplamente reconhecido por seu trabalho social, especialmente através da Mansão do Caminho, que fundou em 1952.
A Mansão do Caminho, localizada no bairro de Pau da Lima, em Salvador, acolhe e educa milhares de crianças em situação de vulnerabilidade. Divaldo não deixou filhos biológicos, mas é considerado pai de aproximadamente 685 pessoas que ajudou ao longo de sua vida. Ele transformou a entidade em um complexo educacional, oferecendo ensino fundamental e médio, cursos profissionalizantes e atendimento médico, tudo sustentado pela venda de seus livros e palestras.
Com mais de 250 obras publicadas, muitas delas psicografadas, Divaldo Franco se destacou como autor e palestrante. Sua trajetória começou a ser reconhecida na década de 1950, e ele também foi responsável pela criação do evento ecumênico "Movimento Você e a Paz", que reúne líderes de diversas religiões em Salvador, promovendo mensagens de paz e união. O evento, que ocorre anualmente, já se espalhou por mais de setenta cidades em quatorze países.
O ato público de despedida de Divaldo Franco será realizado na Mansão do Caminho, aberto ao público das 9h às 20h de 14 de novembro. O sepultamento ocorrerá no dia 15, às 10h, no Cemitério Bosque da Paz. A pedido do médium, as cerimônias serão breves, sem cortejo em carro aberto, e o caixão permanecerá fechado, respeitando sua vontade.
A vida e o trabalho de Divaldo Franco deixaram um legado significativo, não apenas no espiritismo, mas também em ações sociais que impactaram a vida de milhares de pessoas. Sua dedicação ao próximo e à educação é um exemplo de como a solidariedade pode transformar realidades. A perda de um líder como Divaldo nos lembra da importância de apoiar iniciativas que promovem o bem-estar social.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a continuarem recebendo apoio e educação. Projetos sociais como os que Divaldo idealizou precisam ser estimulados pela sociedade civil, garantindo que o legado de amor e solidariedade continue vivo.

Entre janeiro e julho de 2025, 64% das denúncias anônimas no Canal Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos da ONG SaferNet referiram-se a abusos sexuais infantis. O vídeo viral do influenciador Felca impulsionou um aumento significativo nas notificações, com mais de 6 mil denúncias após sua publicação. O projeto de lei sobre proteção de menores na internet também avançou na Câmara, destacando a urgência da questão.

O Projeto Defensoria nas Escolas oferecerá atendimentos jurídicos e psicossociais na Escola Classe 68 de Ceilândia nos dias 15 e 16 de maio, visando facilitar acordos entre pais, professores e estudantes. A ação, promovida pela Defensoria Pública do Distrito Federal em parceria com a Secretaria de Educação, ocorrerá das 9h às 16h. O defensor público-geral, Celestino Chupel, ressalta a importância da conscientização sobre cidadania para uma sociedade mais justa.

Instituto No Setor, fundado em Brasília em 2018, se formaliza e expande suas ações sociais com novos voluntários, promovendo acolhimento e dignidade à população em situação de rua. A iniciativa busca integrar e transformar vidas na capital.

Em julho, a Coluna da Neuza destacou três eventos impactantes: um bazar beneficente para o CDVida, uma roda de capoeira em Parada Angélica e o Arraiá das Mães Atípicas, promovendo inclusão e solidariedade.

Uma pesquisa revelou que 52% dos brasileiros costumam ajudar instituições que cuidam de animais em desastres. Mulheres e pessoas com maior escolaridade são os principais doadores, enquanto jovens e menos escolarizados tendem a não contribuir.

Oito queijos artesanais do Rio, das marcas Du Vale e Capril do Lago, conquistaram o Selo Arte, permitindo sua venda em todo o Brasil. O Instituto Bazzar, liderado por Cris Beltrão, facilitou o processo, que durou nove meses.