Faleceu o médico Ricardo Gouveia, referência no SUS e idealizador do SAMU Salvador e da Força Nacional do SUS. Seu legado impacta a saúde pública brasileira e inspira futuras gerações de profissionais.

O Brasil se despediu recentemente de Dr. Ricardo Gouveia, um médico anestesista e emergencista que dedicou sua vida ao Sistema Único de Saúde (SUS). Reconhecido por sua generosidade e compromisso com a saúde pública, ele foi um dos idealizadores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em Salvador e atuou na Coordenação de Urgência e Emergência do Ministério da Saúde. Sua contribuição foi fundamental na criação da Força Nacional do SUS (FNSUS), um legado que impactará a saúde pública por muitos anos.
Dr. Ricardo foi uma figura central na resposta a emergências, especialmente após as enchentes no Rio de Janeiro em 2011, quando ajudou a elaborar o projeto que originou a FNSUS. Ele dividiu sua vida entre a Bahia e Brasília, onde trabalhou incansavelmente, muitas vezes em condições adversas, para garantir que o SUS estivesse preparado para enfrentar crises. Sua dedicação e lealdade foram reconhecidas por colegas e líderes do setor, que lamentaram sua perda.
Rodrigo Stabeli, coordenador da FNSUS, destacou que Dr. Ricardo era um amigo e um farol em momentos difíceis, sempre sonhando com um SUS mais ágil e humano. Ele expressou o desejo de ser enterrado com a farda do SAMU e da FNSUS, simbolizando seu amor e entrega à missão de salvar vidas. A memória de Dr. Ricardo será honrada por meio do trabalho e do compromisso de seus colegas.
O secretário de Atenção Especializada à Saúde, Mozart Sales, enfatizou que o SUS perde um de seus mais leais defensores e que a ausência de Dr. Ricardo será sentida por todos. Ele foi um pilar na concepção da FNSUS, sempre acreditando na importância de um sistema de saúde preparado para qualquer emergência. Sua entrega e espírito público serão eternamente lembrados.
Alexandre Padilha, ministro da Saúde, também lamentou a perda, ressaltando que a saúde pública brasileira se curva em reverência a pessoas como Dr. Ricardo. Ele acreditava no SUS antes mesmo de sua criação e sua contribuição foi vital para o avanço das políticas de emergência no Brasil. A dor pela sua partida é compartilhada por todos que o conheceram e trabalharam ao seu lado.
Neste momento de reflexão, é essencial que a sociedade civil se una para apoiar iniciativas que promovam a saúde pública e ajudem a honrar o legado de Dr. Ricardo. Projetos que visam fortalecer o SUS e garantir atendimento de qualidade a todos podem fazer a diferença na vida de muitos brasileiros. A união em torno dessas causas é fundamental para que possamos construir um futuro mais justo e solidário.

Marieta Severo criticou a ação da Guarda Civil Metropolitana contra artistas do Teatro de Contêiner, comparando-a à repressão da ditadura militar. A ordem de despejo gerou protestos e reações de figuras públicas.

Em 2024, o Brasil registrou 472.328 afastamentos por problemas de saúde mental no trabalho, um aumento alarmante de 68% em relação ao ano anterior, segundo o Ministério da Previdência Social. Especialistas, como a psicóloga Denise Milk, alertam para a necessidade urgente de ações preventivas nas empresas, destacando a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) como uma ferramenta essencial para identificar e mitigar riscos emocionais no ambiente de trabalho. A saúde mental deve ser priorizada para garantir um clima organizacional saudável e produtivo.

A prefeitura do Rio de Janeiro lançou o programa Reviver Centro Patrimônio Pró-Apac, que visa recuperar imóveis degradados com subsídios de R$ 3.212 por metro quadrado. O prefeito Eduardo Paes destacou a importância da iniciativa para revitalizar o Centro Histórico e garantir a segurança do patrimônio e da população.

Renata Ceribelli apresenta nova temporada do quadro "Prazer, Renata" no Fantástico, abordando as vivências de pessoas com 60 anos ou mais e promovendo reflexões sobre envelhecimento e autonomia. A série destaca a diversidade de experiências na velhice e combate o etarismo, propondo um olhar otimista sobre o futuro.

A Aço Verde do Brasil (AVB) lançou o Instituto AVB, unificando ações sociais que já beneficiaram mais de 54 mil pessoas e formaram 1,5 mil jovens em parceria com Sesi e Senai. A iniciativa visa ampliar o impacto social nas comunidades do Maranhão e Piauí, promovendo educação, saúde, cultura, esporte e assistência social.

Romário acionou o governo e o MPF após abuso em escola no Paraná, onde menino autista foi amarrado por professora. Ele propõe protocolos de conduta e responsabilização dos envolvidos, destacando a falta de regulamentação da Lei Brasileira de Inclusão.