A Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro lança um edital de R$ 1,3 milhão para Rodas Culturais e de Rima, com a presença de autoridades, visando apoiar 32 projetos de hip-hop. O edital contempla categorias de manutenção, circulação e um festival, promovendo a cultura urbana e fortalecendo identidades das juventudes periféricas.

A Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro anunciará, neste sábado, um edital inédito no valor de R$ 1,3 milhão, destinado a Rodas Culturais e de Rima. O evento ocorrerá na Casa Savana, localizada na Rua Camerino, e contará com a presença da primeira-dama Janja Lula da Silva, além das ministras da Cultura, Margareth Menezes, e da Igualdade Racial, Anielle Franco. O objetivo é fortalecer a cultura urbana, com ênfase no hip-hop.
O edital contemplará trinta e dois projetos, divididos em três categorias. A primeira, manutenção, garantirá recursos para a continuidade das rodas culturais. A segunda, circulação, permitirá a apresentação itinerante dos espetáculos em diversos pontos da cidade. Por fim, a terceira categoria será um festival que reunirá artistas para apresentações conjuntas, promovendo a troca de experiências e influências estéticas.
Lucas Padilha, secretário municipal de Cultura, destacou a importância dessas expressões artísticas. Ele afirmou: "Essas expressões fortalecem identidades e ampliam o acesso à cultura, especialmente das juventudes periféricas." O edital visa apoiar espaços que são fundamentais para a cena cultural carioca, promovendo a inclusão e a diversidade.
As Rodas Culturais e de Rima são espaços de expressão e resistência, onde jovens artistas podem se manifestar e compartilhar suas vivências. Com o apoio financeiro, espera-se que esses projetos ganhem força e visibilidade, contribuindo para a valorização da cultura local e a formação de novas plateias.
Além de fomentar a cultura, o edital representa uma oportunidade para a sociedade civil se engajar em iniciativas que promovam a inclusão social e a diversidade cultural. O apoio a esses projetos é essencial para garantir que vozes de comunidades periféricas sejam ouvidas e respeitadas.
Neste contexto, a união da sociedade pode fazer a diferença. Projetos como esse devem ser estimulados, e a mobilização em torno deles pode resultar em um impacto significativo na vida de muitos jovens artistas e na cena cultural do Rio de Janeiro.

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) está se tornando mais reconhecido em jovens e adultos, exigindo ações para promover inclusão e conscientização. Instituições e campanhas, como o programa Autismo e Realidade, buscam desmistificar o transtorno e apoiar famílias.

A Nova Era da Economia Feminina propõe um modelo de negócios colaborativo e sustentável, unindo homens e mulheres para gerar impacto social positivo. A transformação econômica requer a colaboração de todos, valorizando a diversidade e a co-criação.
Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional abre licitação para unificar a operação e manutenção do Projeto de Integração do Rio São Francisco em um contrato de 30 anos, beneficiando milhões no Nordeste.

O Prêmio Faz Diferença, do GLOBO, reconhece anualmente pessoas e instituições que impactam positivamente o Brasil. Em 2023, Míriam Leitão e Ancelmo Gois foram surpreendidos com um prêmio hors-concours.

O Presença Festival retorna em 2025 no Rio de Janeiro, destacando artistas trans como Urias e Jaloo na abertura, com uma programação diversificada que inclui teatro, dança e cultura quilombola. O evento, que ocorre de 6 a 13 de junho, visa amplificar vozes plurais e promover a inclusão.

Brasília recebe o 33º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, destacando inovações em saneamento, como o projeto de R$ 80 milhões na comunidade Santa Luzia. O evento reúne especialistas e autoridades para discutir soluções sustentáveis.