A Fundação Darcy Vargas (FDV) oferece cursos gratuitos sobre cultura afro-brasileira para moradores da Pequena África, visando fortalecer a identidade cultural e criar oportunidades profissionais. As inscrições vão até 15 de maio.

A Fundação Darcy Vargas (FDV), localizada no Rio de Janeiro, anunciou a abertura de inscrições para três cursos gratuitos focados na cultura afro-brasileira. A iniciativa, realizada em parceria com a Weave Gestão em Cultura, busca valorizar o patrimônio imaterial e promover a formação cultural na Pequena África, uma área histórica da zona portuária da cidade. As inscrições estão disponíveis até o dia 15 de maio.
Os cursos, parte do programa Patrimoniará, têm como objetivo fortalecer a identidade cultural local e criar novas oportunidades profissionais para os moradores da região. Ao todo, são noventa vagas destinadas a jovens a partir de dezesseis anos e adultos de todos os gêneros que se encontram em situação de vulnerabilidade social.
Entre os cursos oferecidos, destaca-se “Carnaval em Foco: Sonhos, Adereços e Alegorias”, que aborda o artesanato carnavalesco e a importância dos adereços nas escolas de samba. Os alunos terão a oportunidade de se imergir na criação de alegorias, o que pode abrir portas para o mercado de trabalho durante o Carnaval.
Outro curso, intitulado “Turismo, Educação Patrimonial e Identidades na Pequena África”, visa ensinar os participantes a valorizarem o patrimônio cultural da região, preparando-os para atividades turísticas que promovam a rica diversidade histórica do local. A proposta é que os alunos se tornem agentes de transformação cultural.
O curso “Marcenaria Ancestral: Jogos Africanos e Biojoias Sustentáveis” ensinará técnicas de marcenaria e a confecção de biojoias utilizando materiais reciclados, ao mesmo tempo em que explora o significado histórico de jogos de tabuleiro africanos. As aulas ocorrerão na sede da FDV, com todos os custos de materiais didáticos e lanches cobertos pelo projeto.
As inscrições podem ser feitas por meio de um formulário online, pelo WhatsApp da Fundação ou pelo perfil do projeto no Instagram. Projetos como este são fundamentais para a valorização da cultura local e podem ser impulsionados pela sociedade civil, que tem um papel crucial na promoção de iniciativas que beneficiem a comunidade.

O livro "Mulher viva", que reúne reflexões de Heloisa Teixeira e 24 mulheres influentes, será lançado na Livraria da Travessa, no Shopping Leblon, nesta sexta-feira, às 18h. O evento contará com a presença de figuras notáveis do ativismo e da literatura.

O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses celebrou seus 44 anos com uma festa das comunidades locais e um fenômeno inusitado: uma esfera incandescente no céu, possivelmente lixo espacial do satélite Starlink 32563. O evento atraiu a curiosidade da população, que se mobilizou para encontrar vestígios do satélite, enquanto especialistas confirmaram a reentrada de detritos na atmosfera.

Tati Machado e Ana Maria Braga se reencontraram no programa "Mais Você" e discutiram a nova Lei do Luto Materno e Parental, que assegura direitos a pais em luto. A lei, que entra em vigor em agosto, garante licença-maternidade e apoio psicológico, promovendo um atendimento humanizado.

O Eixão do Lazer em Brasília se destaca por promover inclusão, com atividades para pessoas neurodivergentes, refletindo a evolução nas pautas de diversidade na cidade. A iniciativa, promovida pela Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF), mostra como a cidade avança em acolhimento e integração social.

O Brasil avançou cinco posições no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), atingindo 0,786, com melhorias na renda e redução da desigualdade, apesar da estagnação na educação. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud/ONU) destacam a recuperação econômica e social, impulsionada por um mercado de trabalho em alta e um Bolsa Família reformulado.

Artistas expõem a realidade do rio Pinheiros na mostra "Águas Abertas", no parque Bruno Covas, com obras que criticam a desigualdade social e a poluição na região. A intervenção de Cinthia Marcelle e Lenora de Barros destaca a urgência de ações sociais e ambientais.