Cerca de 6 milhões de brasileiros deixaram a pobreza extrema entre 2023 e 2024, reduzindo a taxa de miséria para 6,8%. O índice de desigualdade de renda também atingiu o menor nível desde 2012, refletindo avanços sociais.

Nos últimos dois anos, aproximadamente seis milhões de brasileiros conseguiram sair da pobreza extrema. Em 2023, a taxa de miséria era de 8,3% da população, enquanto em 2024 caiu para 6,8%. Esse avanço representa um aumento significativo no rendimento domiciliar per capita, que agora ultrapassa a linha de R$ 333 mensais. Para os mais vulneráveis, essa mudança é crucial, pois proporciona acesso a alimentação, moradia digna e uma vida mais justa.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) também divulgou que o índice de desigualdade de renda, medido pelo coeficiente de Gini, atingiu o menor nível desde 2012. Apesar de o Brasil ser o segundo país mais desigual fora da África, atrás apenas da Colômbia, essa redução oferece uma oportunidade para melhorar a mobilidade social e a qualidade de vida da população.
As causas para essa melhoria nos indicadores de pobreza e desigualdade incluem um mercado de trabalho aquecido e a ampliação de programas sociais. Entre 2023 e 2024, o rendimento domiciliar mensal per capita cresceu 4,7%, alcançando R$ 2.020. Embora ainda existam disparidades regionais, como a diferença entre o Nordeste (R$ 1.319) e o Sul (R$ 2.499), a média nacional é 19% superior à de 2012.
Com a taxa de desemprego em 7% e a renda média do trabalho em alta, mais recursos estão disponíveis nas casas brasileiras. Além disso, a participação dos programas sociais no rendimento domiciliar per capita aumentou de 1,7% antes do governo Bolsonaro para 3,8% em 2024. Mudanças nas regras do Bolsa Família incentivaram mais beneficiários a buscar emprego, contribuindo para essa transformação.
Apesar dos avanços, os desafios permanecem. A continuidade do crescimento econômico e a geração de empregos são essenciais para manter esses resultados. A capacidade do governo de equilibrar as contas públicas é um fator crítico que pode impactar a estabilidade econômica. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve aprender com os erros do passado para evitar retrocessos nas conquistas sociais.
Reduzir a desigualdade e a pobreza é um passo importante, mas é fundamental garantir que esses avanços sejam sustentáveis. A sociedade civil pode desempenhar um papel vital nesse processo, apoiando iniciativas que promovam a inclusão e o desenvolvimento social. Juntos, podemos contribuir para um futuro mais justo e igualitário para todos.

Marieta Severo criticou a ação da Guarda Civil Metropolitana contra artistas do Teatro de Contêiner, comparando-a à repressão da ditadura militar. A ordem de despejo gerou protestos e reações de figuras públicas.

O Senado aprovou a prorrogação da lei de cotas para negros em concursos públicos, elevando o percentual de 20% para 30% e incluindo indígenas e quilombolas. O projeto aguarda sanção presidencial.

O FGV Ibre e a Umane lançaram um painel sobre Atenção Primária à Saúde, revelando avanços na cobertura, mas também alta rotatividade de profissionais e baixa vacinação. A ferramenta visa auxiliar gestores na melhoria da APS.

O Senado aprovou a "Lei Joca", que regulamenta o transporte aéreo de animais, responsabilizando companhias aéreas por danos e permitindo transporte na cabine ou bagagens. A proposta visa melhorar a segurança após a morte de um golden retriever.

O pedido de tombamento do Bar Balcão foi arquivado, mas o balcão e as obras de arte foram provisoriamente tombados, garantindo sua preservação até nova decisão. O Conpresp também arquivou o tombamento do Teatro Aliança Francesa.

Jovens dominam a Bienal do Livro, com ingressos esgotados e forte presença no BookTok. Autores como Lynn Painter e Ariani Castelo se destacam, impulsionando vendas e engajamento literário.