A Caixa Econômica Federal e o Governo Federal renovaram o patrocínio ao Comitê Paralímpico do Brasil até 2028, com investimento de R$ 160 milhões e planos para uma universidade do esporte. A parceria, que já existe desde 2004, visa apoiar mais de 120 atletas em 18 modalidades. O projeto da universidade, que deve ser discutido com o Ministério da Educação, busca ampliar o acesso ao esporte e será apresentado em até 30 dias.

A Caixa Econômica Federal e o Governo Federal renovaram, nesta quinta-feira (22), o patrocínio ao Comitê Paralímpico do Brasil (CPB) até 2028. O novo contrato, que foi anunciado em um evento em São Paulo, tem um valor de R$ 160 milhões e visa oferecer suporte financeiro e estrutural a mais de 120 atletas em 18 modalidades paralímpicas. O presidente da Caixa, Carlos Vieira, destacou que o investimento não se destina apenas aos atletas de alta performance, mas também aos que estão em início de carreira.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou a importância do apoio a atletas que ainda não são conhecidos, afirmando que muitos deles precisam de incentivo para dar seus primeiros passos no esporte. Durante a cerimônia, Lula expressou sua crença de que "nada é impossível ao ser humano quando ele quer fazer as coisas". O evento ocorreu no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, localizado na rodovia dos Imigrantes, em São Paulo.
Além da renovação do patrocínio, Lula anunciou que está sendo preparado um projeto para a criação de uma universidade do esporte. O modelo da instituição ainda está em discussão, mas a ideia inicial era que fosse uma faculdade voltada para o futebol. O ministro do Esporte, André Fufuca, presente no evento, afirmou que o projeto deve ser implementado até o final de 2026 e ocupará o espaço de uma universidade pública já existente.
O ministro também mencionou que a proposta está sendo elaborada em parceria com o Ministério da Educação e deverá ser apresentada ao presidente em até trinta dias. Fufuca acredita que a universidade poderá servir como um polo de formação esportiva em todo o país, com a perspectiva de que a entrega da instituição ocorra durante o atual mandato de Lula.
A renovação do patrocínio e a proposta da universidade do esporte refletem um compromisso contínuo do Governo Federal em apoiar o desenvolvimento do esporte paralímpico no Brasil. Essa iniciativa não apenas beneficia os atletas, mas também promove a inclusão e a visibilidade das modalidades paralímpicas, que muitas vezes enfrentam desafios para obter recursos e reconhecimento.
Iniciativas como essas devem ser estimuladas pela sociedade civil, que pode se unir para apoiar projetos que promovam a inclusão e o desenvolvimento de atletas em diversas modalidades. A união em torno de causas sociais pode fazer a diferença na vida de muitos, garantindo que mais talentos tenham a oportunidade de brilhar.

A deputada Erika Hilton protocolou ofício ao Conselho Nacional de Educação para regulamentar cotas para pessoas trans e travestis, diante de ameaças judiciais a essas políticas. A proposta visa garantir segurança jurídica e a continuidade das cotas em universidades públicas.

A série "Vale Tudo" destaca a luta de Heleninha Roitman, interpretada por Paolla Oliveira, contra o alcoolismo, refletindo a realidade de muitos. O Alcoólicos Anônimos (AA) observa um aumento significativo de mulheres após a pandemia.

Djamila Ribeiro, filósofa e ativista, enfatizou a necessidade de reconhecer mulheres negras como protagonistas da história durante o Festival Pacto das Pretas em São Paulo. O evento, que reuniu mais de 700 pessoas, destacou a importância da diversidade e inclusão em ambientes corporativos, abordando também o racismo recreativo e a valorização das tradições afro-brasileiras.

Cíntia Chagas leiloa vestido de noiva para apoiar vítimas de violência doméstica. A influenciadora, cujo casamento com Lucas Bove durou apenas três meses e foi marcado por acusações de agressão, busca ressignificar sua dor e gerar apoio. A iniciativa gerou reações mistas nas redes sociais, com elogios e críticas sobre a exposição do gesto.

Ministério da Saúde investirá em pós-graduação médica em áreas carentes, como patologia clínica e oncologia, e criará o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) para melhorar a formação de médicos.

Vahan Agopyan, ex-reitor da USP e atual secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, foi agraciado com o título de Professor Emérito em 30 de junho, reconhecendo sua contribuição durante a pandemia e sua visão sobre a universidade na sociedade.