Iniciou o segundo ciclo de 2025 do Renova-DF com 2.869 alunos, incluindo 182 em vulnerabilidade. O programa visa qualificação profissional e combate ao desemprego, com bolsas e capacitações práticas.

Na manhã de 9 de maio, teve início o segundo ciclo de 2025 do Renova-DF, com a participação de 2.869 alunos, dos quais 182 são pessoas em situação de vulnerabilidade atendidas pelos Centros de Referência Especializados para População em Situação de Rua (Centros Pop). A cerimônia de abertura ocorreu no Ginásio de Esportes do Cruzeiro e foi coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai-DF).
O Renova-DF é uma iniciativa do governo local para combater o desemprego, oferecendo qualificação profissional no curso de Auxiliar de Manutenção, enquanto promove a recuperação de equipamentos públicos. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, enfatizou a importância da qualificação, destacando que muitos ex-alunos conseguiram sustentar suas famílias e abrir negócios após a formação. “A qualificação profissional é a porta de emprego, da autonomia financeira”, afirmou.
O presidente em exercício da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), Pedro Henrique Verano, ressaltou que o setor industrial está em busca de profissionais qualificados. Ele incentivou os alunos a continuarem seus estudos e informou sobre a disponibilidade de cursos gratuitos no Senai-DF. O programa oferece uma carga horária de 240 horas, com duração de aproximadamente três meses, e os alunos recebem uma bolsa de um salário mínimo (R$ 1.518) a cada 80 horas de aulas concluídas.
Os alunos aplicam o conhecimento adquirido em reformas de espaços públicos, como praças e quadras esportivas. Após a aula inaugural, eles foram orientados sobre as regras do programa e participarão de capacitações sobre segurança do trabalho na construção antes de iniciarem as aulas práticas. Andrea Lucena da Cruz, de cinquenta anos, é um exemplo de sucesso do programa, tendo se tornado eletricista após concluir o curso e descobrir uma nova vocação.
Desde 2021, o Renova-DF já formou 25.067 pessoas e contribuiu para a recuperação de 2.565 equipamentos públicos. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do DF, Thales Mendes Ferreira, destacou que cerca de 20% dos formados já conseguiram emprego, além de muitos que optaram por empreender. Essa iniciativa é vista como uma política pública eficaz para o resgate social de pessoas em situação de vulnerabilidade.
O impacto positivo do Renova-DF demonstra a importância de iniciativas que promovam a qualificação e a inclusão no mercado de trabalho. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois a união pode fazer a diferença na vida de muitos que buscam uma nova oportunidade.

Milhares de indígenas se reúnem em Brasília para o Acampamento Terra Livre 2024, buscando incluir a demarcação de terras nas metas climáticas da COP30. A mobilização visa fortalecer a luta por direitos territoriais e climáticos.

A Câmara Juvenil do Rio propõe leis para proteger crianças e adolescentes após denúncias de assédio e saúde mental. Projetos incluem o "Programa Não é Não" e saúde mental nas escolas, defendidos por jovens vereadores.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional lançou o segundo ciclo do Indicador de Capacidade Municipal (ICM), que avalia a gestão de riscos e desastres nos municípios brasileiros. A iniciativa visa fortalecer políticas públicas e alocar recursos de forma estratégica, promovendo uma cultura de prevenção e proteção civil.

O número de empresas abertas por mulheres no Rio de Janeiro cresceu 18,5% em 2025, representando 45% dos novos negócios. A Jucerja destaca o impacto positivo das políticas públicas no empreendedorismo feminino.

A viralização do vídeo de Felipe Brassanim Pereira sobre "adultização" gerou debates no Brasil, levando parlamentares a acelerar leis para proteger crianças na internet. O fenômeno compromete o desenvolvimento infantil e exige atenção.

A fintech sul-africana Omnisient chega ao Brasil com um investimento de US$ 12,5 milhões, visando democratizar o acesso ao crédito para 35 milhões de brasileiros sem score. A empresa utiliza dados alternativos para identificar bons pagadores, superando as barreiras da exclusão financeira.