A Editora Estudos Amazônicos, com quinze anos de experiência, marcará presença na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, de 13 a 22 de junho, promovendo a cultura e a preservação ambiental da Amazônia. A participação visa destacar obras que dialogam com os objetivos da COP30, conferência da ONU que ocorrerá em novembro em Belém, no Pará.

A Editora Estudos Amazônicos, com quinze anos de experiência no mercado editorial da região Norte do Brasil, participará da Bienal do Livro do Rio de Janeiro, que ocorrerá entre 13 e 22 de junho, no Riocentro. A editora, originária do Pará, apresentará obras que refletem a cultura e a preservação ambiental, em sintonia com os objetivos da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), programada para novembro em Belém, no Pará.
No evento, a Editora Estudos Amazônicos destacará publicações que abordam a literatura, a história e a geografia da Amazônia, além de temas relacionados à educação ambiental e ao imaginário popular. A participação da editora visa valorizar a rica cultura da maior floresta do mundo e promover a conscientização sobre a importância da preservação ambiental.
A Bienal do Livro do Rio de Janeiro é uma das maiores feiras literárias do país, reunindo autores, editoras e leitores de diversas partes do Brasil e do mundo. A presença da Editora Estudos Amazônicos no evento é uma oportunidade para divulgar obras que incentivam a reflexão sobre a Amazônia e suas questões socioambientais.
Além de promover a literatura amazônica, a participação da editora na Bienal também busca engajar o público em discussões sobre a sustentabilidade e a conservação da biodiversidade. As obras apresentadas serão uma forma de conectar os leitores com a realidade da Amazônia e os desafios enfrentados na preservação de seu ecossistema.
Com a COP30 se aproximando, a Editora Estudos Amazônicos se posiciona como um agente ativo na promoção de um diálogo sobre as questões ambientais que afetam a região. A expectativa é que a participação na Bienal do Livro contribua para aumentar a conscientização e o apoio a iniciativas voltadas para a proteção da Amazônia.
Iniciativas como a da Editora Estudos Amazônicos são fundamentais para a promoção da cultura e da preservação ambiental. O apoio a projetos que visam a valorização da literatura e a conscientização sobre a Amazônia pode fazer uma diferença significativa na luta pela preservação desse importante bioma.

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro autorizou a Prefeitura de Petrópolis a assumir a "Casa da Morte" para criar um memorial em homenagem às vítimas da ditadura militar, com investimento de R$ 1,4 milhão. A decisão, proferida pela 4ª Vara Cível, destaca a importância do projeto e a compensação aos proprietários. A próxima fase envolve o desenvolvimento do museu e um plano educativo sobre a história do local.

A UFRJ realizará a primeira edição do Clube de Jogos Coppe em seis de agosto, apresentando o jogo Rolé Carioca, que promove aprendizado sobre a cidade de forma lúdica e interativa. Até cinco participantes poderão explorar locais e curiosidades cariocas, unindo educação e inovação.

O Grupo Pereira, um dos principais varejistas do Brasil, implementa ações de sustentabilidade e inclusão social, como a contratação de colaboradores acima de 50 anos e o plantio de árvores. Essas iniciativas visam fortalecer a agenda ESG e promover impacto positivo nas comunidades.

A Câmara dos Deputados aprovou urgência para o Projeto de Lei 2628/22, que visa proteger crianças e adolescentes online, mas enfrenta críticas da oposição, que teme censura. A proposta, impulsionada por denúncias de exploração infantil, prevê medidas rigorosas para plataformas digitais e multas significativas por infrações.

O Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou um acordo que torna obrigatório o uso de câmeras corporais por policiais militares em São Paulo, aumentando o total para quinze mil equipamentos. A medida visa aumentar a transparência nas operações policiais e será aplicada em ações de grande porte e em resposta a ataques a policiais.

O vídeo do influenciador Felca sobre exploração infantil online impulsionou a apresentação de mais de dez projetos de lei no Congresso para proteger menores na internet. O presidente da Câmara, Hugo Motta, planeja pautar as propostas, destacando a urgência do tema.