Em Taguatinga, praças como a do Bicalho e do DI são essenciais para a convivência comunitária, mas moradores pedem eventos culturais e melhorias na infraestrutura. A valorização desses espaços pode impulsionar o comércio local.

Em Taguatinga, as praças vão além de simples áreas públicas, tornando-se pontos de encontro essenciais para a comunidade. Recentemente, moradores e comerciantes das praças do Bicalho e do DI destacaram a importância desses espaços para a convivência e o lazer, enfatizando a necessidade de eventos culturais e melhorias na infraestrutura. A Praça do Bicalho, por exemplo, é um local onde famílias se reúnem, proporcionando um alívio à rotina urbana.
O professor de robótica Jean Rafael Souza Machado considera a praça uma extensão de sua casa. Ele observa seus filhos brincando e destaca que, apesar da necessidade de manutenção no parquinho, o espaço é fundamental para a diversão das crianças. "Dá para jogar bola, andar de bicicleta, correr. Coisa de criança, sabe?", afirma. A praça também é um ponto de movimentação comercial, com a presença de comerciantes que cultivam laços com a comunidade.
Na Praça do DI, a comerciante Ana Paula Coutinho, dona de um empório artesanal, expressa seu amor por Taguatinga e a saudade dos eventos culturais que já ocorreram no local. Para ela, a praça é mais que um ponto de venda; é um espaço que merece ser revitalizado. "A cultura movimenta o comércio. E quem mora aqui dá muito valor a isso", ressalta, pedindo uma gestão mais ativa para promover a cultura local.
A veterinária Giovana Barcelos, que não frequenta a praça diariamente, também reconhece seu valor. "Quando venho aqui, sei que não é só comércio. Tem um espaço para dar uma pausa, desconectar um pouco", comenta, elogiando as mesas para xadrez e a academia ao ar livre. Ela acredita que esses elementos tornam a cidade mais acolhedora e bonita.
A Praça do Cine Rex, em Taguatinga Sul, também é um espaço de convivência. Dona Cleusa Nunes, aposentada, passeia com suas cachorrinhas e destaca a vida que o local proporciona, apesar da falta de manutenção. "A gente relaxa, convive. Os vizinhos são maravilhosos", diz. Elder Miranda, um dos donos do Supermercado Ideal, relembra a evolução do bairro e a importância da praça na vida da comunidade.
Esses relatos mostram como as praças de Taguatinga são fundamentais para a vida social e cultural da cidade. A revitalização e a promoção de eventos nesses espaços podem fortalecer ainda mais a comunidade. A união da sociedade civil pode ser crucial para apoiar iniciativas que valorizem esses locais, promovendo a cultura e o comércio local.

O artista Diogo Nógue criticou o Instituto Inhotim por expor corpos negros de forma desumanizante em suas galerias, solicitando um posicionamento institucional. O museu respondeu com planos de atualização curatorial.

Nesta sexta-feira, 27, a Caixa Econômica Federal realiza o pagamento da parcela de junho do Bolsa Família, com valor médio de R$ 666,01, e do Auxílio Gás, fixado em R$ 108. O programa alcançará 20,49 milhões de famílias, com um investimento total de R$ 13,63 bilhões.

Jogadores do Botafogo usarão uniformes com números "quebrados" neste domingo, em partida contra o Cruzeiro, para alertar sobre a violência contra a mulher. A ação, parte do projeto "A Hora Delas", visa arrecadar fundos para projetos de prevenção ao feminicídio. As camisas serão leiloadas, com a renda revertida para essa causa.

O deputado federal Rodrigo Gambale (Podemos-SP) propôs um projeto de lei que permite deduzir despesas com animais de estimação do Imposto de Renda, visando reduzir custos e promover a saúde pública. A medida busca incentivar a posse responsável e combater o abandono de pets, especialmente entre famílias de menor renda, ao permitir o abatimento de gastos com alimentação, abrigo, vacinação e consultas veterinárias. Gambale destaca que a iniciativa também pode diminuir a incidência de zoonoses, beneficiando o sistema de saúde. O projeto ainda precisa passar por comissões antes da votação.

Luiz Gustavo, que comoveu o Brasil aos 8 anos ao doar um ovo para um abrigo de idosos, agora com 13, continua a praticar a solidariedade e ajuda um ciclista em sua jornada. A família ainda busca concluir a reforma da casa adquirida com a ajuda recebida após a viralização da história. O abrigo, que se expandiu, agora atende 40 idosos e está construindo um novo prédio para mais 40.

A Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) revogou a proibição da comercialização de açaí na COP30, após pressão do governo federal, reconhecendo sua relevância cultural e econômica. O açaí, símbolo da culinária paraense, movimenta mais de R$ 1 bilhão anualmente, enquanto outros alimentos permanecem vetados por questões sanitárias.