O Programa Água Doce (PAD) já implantou 61 sistemas de dessalinização em 2023 e planeja mais 89, totalizando 150 unidades, superando a meta inicial de 100. A iniciativa visa garantir água de qualidade no semiárido brasileiro.

O Programa Água Doce (PAD), sob a coordenação do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), tem avançado significativamente no combate à escassez hídrica no semiárido brasileiro. Em 2023, foram implantados sessenta e um novos sistemas de dessalinização, com a previsão de entrega de mais oitenta e nove até o final do ano, totalizando cento e cinquenta unidades. Essa meta supera a expectativa inicial de cem sistemas para o período.
O PAD foi criado para garantir acesso à água de qualidade para comunidades rurais que dependem de fontes salobras e salinas. A tecnologia de dessalinização é aplicada em poços profundos, transformando a realidade de famílias em regiões vulneráveis. A gestão do programa é realizada em parceria entre a União, estados, municípios e as comunidades beneficiadas, promovendo uma abordagem participativa desde a implantação até a operação dos sistemas.
O processo de solicitação para a instalação dos dessalinizadores começa com a coordenação estadual do PAD, que atua como intermediária entre as comunidades e o Governo Federal. As comunidades devem apresentar informações sobre a localidade, o problema de acesso à água e o número de famílias que serão beneficiadas. Lideranças comunitárias, associações ou prefeituras frequentemente facilitam esse contato.
Após a apresentação da demanda, a coordenação estadual avalia a viabilidade técnica do projeto. Isso inclui análises da qualidade da água existente, da infraestrutura da comunidade e da sustentabilidade do sistema. Se a demanda for considerada viável, o projeto é incluído nos planos de ação do PAD e a articulação com o Governo Federal é iniciada para garantir os recursos necessários.
O programa atua em dez estados do Semiárido brasileiro, incluindo Bahia, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Sergipe e Piauí. As comunidades que podem solicitar a instalação dos sistemas devem ter energia elétrica, um poço disponível e um mínimo de vinte famílias para serem atendidas, além de uma área física de pelo menos quarenta por quarenta metros.
Iniciativas como o PAD são fundamentais para melhorar a qualidade de vida em regiões afetadas pela escassez de água. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para apoiar e expandir projetos que garantam acesso à água potável, beneficiando ainda mais comunidades que enfrentam desafios hídricos.

Aislan Pankararu, artista e médico, destaca-se em exposições em São Paulo e Brasília, recebendo o Prêmio PIPA por sua arte que conecta sua cultura indígena e o sertão nordestino.

A Mattel apresenta a primeira boneca Barbie com diabetes tipo 1, desenvolvida em parceria com a Breakthrough T1D, promovendo inclusão e conscientização sobre a doença. A nova Barbie possui acessórios que simulam o monitoramento da glicose, destacando o compromisso da marca com a diversidade.

Mulheres empreendedoras estão conquistando autonomia e escalando negócios com a automação acessível, superando desigualdades históricas em atendimento e vendas. Luiz Santos, da Unnichat, destaca que ferramentas intuitivas permitem que elas gerenciem operações de forma eficiente, reduzindo a necessidade de grandes equipes e promovendo um impacto transformador.

A Imperatriz Leopoldinense anunciou a criação da escola-mirim "Crias da Imperatriz", que desfilará no Carnaval 2026, promovendo transformação social na comunidade. O projeto, liderado por figuras icônicas da escola, visa inspirar novas gerações através do samba.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) destacou a inclusão de gênero na gestão de desastres durante a 69ª sessão da Comissão sobre a Condição da Mulher da ONU. A participação do MIDR, que celebrou os 30 anos da Plataforma de Ação de Pequim, enfatizou diretrizes de gênero na Política Nacional de Proteção e Defesa Civil, como kits de assistência humanitária para mulheres afetadas por desastres. As líderes do MIDR ressaltaram a importância de dados com recorte de gênero e maior presença feminina nas funções de Defesa Civil.

A Aço Verde do Brasil (AVB) lançou o Instituto AVB, unificando ações sociais que já beneficiaram mais de 54 mil pessoas e formaram 1,5 mil jovens em parceria com Sesi e Senai. A iniciativa visa ampliar o impacto social nas comunidades do Maranhão e Piauí, promovendo educação, saúde, cultura, esporte e assistência social.