Atividades físicas, mesmo leves, melhoram funções cognitivas, como memória e atenção, segundo revisão de 133 estudos da Universidade do Sul da Austrália, publicada no British Medical Journal. Modalidades como ioga e exergames se destacam, sugerindo que o exercício pode combater o declínio cognitivo.

Uma nova revisão de 133 estudos realizada por pesquisadores da Universidade do Sul da Austrália, publicada no British Medical Journal, confirma que a prática de qualquer tipo de atividade física, independentemente da intensidade, idade ou condição de saúde, melhora funções cognitivas como memória, atenção e raciocínio. A pesquisa envolveu mais de 200 mil participantes e demonstrou que até atividades de baixa intensidade podem trazer benefícios em um período de um a três meses.
Modalidades como ioga e tai chi chuan se destacaram por seu impacto positivo na memória. Além disso, os exergames, que combinam atividade física com entretenimento digital, também mostraram resultados favoráveis. Os pesquisadores sugerem que a atividade física pode ser uma aliada no combate ao declínio cognitivo, reforçando evidências anteriores sobre a relação entre exercício e melhora da cognição.
Brendo Faria Martins, profissional de educação física e especialista em fisiologia do exercício do Espaço Einstein Esporte e Reabilitação, destaca que os benefícios observados podem ser atribuídos a fatores fisiológicos e cognitivos. O exercício estimula a liberação de substâncias como o Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro (BDNF), que favorece a neuroplasticidade e o crescimento de novas conexões neuronais.
Além disso, muitas modalidades, como tai chi e exergames, exigem atenção, tomada de decisão e memorização de movimentos, o que potencializa os efeitos do exercício sobre o cérebro. Essa demanda cognitiva durante a prática contribui para melhorias mais consistentes nas funções cognitivas.
Nos jovens, a prática regular de atividades físicas está associada a ganhos significativos na memória. Em indivíduos com transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), foram observadas melhorias no foco e na redução da impulsividade. Esses dados reforçam a importância da atividade física em diferentes faixas etárias e condições de saúde.
Com a crescente evidência dos benefícios da atividade física para a cognição, é fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que promovam a prática de exercícios. Projetos que incentivem a atividade física podem transformar vidas e ajudar a combater o declínio cognitivo, beneficiando a comunidade como um todo.

A Cia. Repentistas do Corpo apresenta o espetáculo "Quando Tudo Começou… Um Dia Fora do Tempo" nos dias 05 e 06 de julho, às 16h, no Teatro Paulo Eiró, com entrada gratuita. A montagem, inspirada no livro de César Obeid, explora mitos da criação de diversas culturas, promovendo uma reflexão sobre a relação com a natureza e a existência. A direção é de Sérgio Rocha e o elenco conta com artistas renomados da dança contemporânea.

A desigualdade de renda no Brasil atingiu um mínimo histórico em 2024, com aumento do rendimento per capita e redução do índice de Gini, beneficiando as classes mais pobres. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) destaca que a renda média da metade mais pobre cresceu 8,52%, enquanto o índice de Gini caiu para 0,506. Apesar das melhorias, ainda há milhões vivendo com menos de R$ 23,77 por dia. O mercado de trabalho aquecido e programas sociais foram cruciais para essa mudança.

A Fundação Athos Bulcão conquistou um terreno de 1.225 m² para sua sede definitiva em Brasília, após 16 anos de luta. O projeto, orçado entre R$ 8 milhões e R$ 10 milhões, busca apoio financeiro.

Mariana Rios, aos 40 anos, compartilha sua experiência de gravidez nas redes sociais, enquanto planeja passar julho em São Paulo cuidando do bebê e relembrando viagens passadas. A atriz, que anunciou a gestação em junho após tratamento de fertilização in vitro, está na 15ª semana e promete relatos semanais sobre a gravidez. Além disso, lidera um projeto de apoio a mulheres tentando engravidar.

Renata Capucci, jornalista de 52 anos, compartilha sua jornada com Parkinson no programa Sem Censura, buscando desmistificar a doença e incentivar o tratamento e a prática de exercícios físicos. Ela relembra o impacto inicial do diagnóstico e destaca a importância de quebrar preconceitos, transformando sua experiência em um recomeço.

O Teleférico do Alemão, paralisado desde 2016, reabrirá até dezembro de 2023 com gôndolas reformadas e novo sistema de ventilação, beneficiando o transporte de até 10 mil pessoas diariamente. A retomada facilitará o acesso a serviços essenciais na região.