A Secretaria de Saúde do Distrito Federal investiu quase R$ 140 mil na compra de 120 aspiradores entomológicos e 20 microscópios estereoscópicos para aprimorar a vigilância de arboviroses e animais peçonhentos. Com esses novos equipamentos, a SES-DF poderá aumentar a eficácia das investigações de casos como dengue e febre amarela, além de melhorar a identificação de vetores e monitoramento de infestações.

Para fortalecer a vigilância ambiental em saúde e aumentar a capacidade de resposta às arboviroses e acidentes com animais peçonhentos, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) investiu quase R$ 140 mil na compra de novos equipamentos. Em julho, a Subsecretaria de Vigilância à Saúde recebeu 120 aspiradores entomológicos e 20 microscópios estereoscópicos binoculares, que irão reforçar as ações de campo e os trabalhos laboratoriais de identificação e monitoramento de vetores em todo o DF.
A diretora de Vigilância Ambiental em Saúde da SES-DF, Kenia Cristina de Oliveira, destacou que essa aquisição é inédita, uma vez que anteriormente a secretaria utilizava equipamentos emprestados da Universidade de Brasília (UnB). Com os novos aparelhos, será possível ampliar as ações de campo, especialmente nas investigações de casos de febre amarela e dengue.
Os aspiradores entomológicos, que incluem 30 grandes, 30 pequenos e 60 de sucção oral, são projetados para capturar mosquitos adultos, como o Aedes aegypti, em ambientes residenciais e áreas abertas. Essa coleta é fundamental para implementar a vigilância entomo-virológica, que detecta a circulação de arbovírus nos insetos por meio de exames.
O biólogo da SES-DF, Israel Moreira, explicou que os aspiradores permitem capturar rapidamente os mosquitos, que costumam se esconder em locais como debaixo de camas e atrás de cortinas. Os insetos capturados são levados ao laboratório para identificação, o que melhora o monitoramento da eficácia de tecnologias como as estações disseminadoras de larvicidas.
Além dos aspiradores, a SES-DF adquiriu 20 microscópios estereoscópicos binoculares, que serão distribuídos entre o laboratório central da Dival e os núcleos regionais. Esses equipamentos são essenciais para a análise tridimensional de pequenos organismos, como larvas, mosquitos, carrapatos e escorpiões, garantindo mais precisão na identificação das espécies.
Moreira ressaltou que os novos microscópios são fundamentais para a vigilância, pois ajudam a identificar corretamente as espécies, avaliar riscos à população e mapear a presença de animais peçonhentos em diferentes regiões do DF. Em outubro, está prevista a entrega de mais 13 microscópios. A união da sociedade pode ser crucial para apoiar iniciativas que visem a saúde pública e a segurança ambiental.
No Dia do Pescador, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) anunciou que a Rota do Pescado já investiu mais de R$ 6 milhões em 87 municípios, promovendo dignidade e renda para pescadores. A iniciativa fortalece a cadeia produtiva pesqueira, beneficiando comunidades ribeirinhas em estados como Alagoas, Bahia, Pernambuco e Minas Gerais.

Unidades Básicas de Saúde da Região Sudoeste alcançam 79,86% de cobertura do Bolsa Família. O reconhecimento destaca o esforço das equipes, especialmente da UBS 6 de Samambaia, que atingiu 99,8%. O Distrito Federal superou a média nacional, promovendo saúde e inclusão social.

Moradores de Brasília celebram o Dia Nacional do Patrimônio Histórico, destacando a importância de locais como o Museu Nacional e o Catetinho, enquanto o Iphan investe em restaurações significativas.

Os pagamentos do Bolsa Família em maio de 2025 começam no dia 19, com valores de até R$ 600 e auxílio-gás para famílias de baixa renda. O programa visa aliviar os custos com gás de cozinha e garantir alimentação.

Xuxu, líder Korubo, busca uma panela de metal na cidade, revelando as dificuldades de seu povo, como doenças e dependência de produtos industrializados, enquanto lutam por melhores condições de saúde.

Virgílio Gibbon, CEO da Afya, destaca a relevância da telemedicina e a adaptação do currículo médico às mudanças climáticas, anunciando o segundo Afya Summit sobre saúde e meio ambiente. A empresa, com 33 escolas de medicina, busca transformar a formação médica no Brasil, abordando a distribuição desigual de médicos e a necessidade de mais especialistas.