Sônia Gomes de Oliveira, assistente social e presidente da Comissão Nacional do Laicato Brasileiro, foi convidada a participar do sínodo no Vaticano, onde leigos e mulheres terão direito a voto pela primeira vez. Essa mudança histórica, promovida pelo papa Francisco, representa um avanço significativo na inclusão de vozes femininas na Igreja Católica, apesar das resistências de setores conservadores. Sônia, que atua com grupos vulneráveis, expressa preocupação com possíveis retrocessos e destaca a importância da participação feminina na Igreja.

A assistente social Sônia Gomes de Oliveira, presidente da Comissão Nacional do Laicato Brasileiro, foi convidada a participar do sínodo no Vaticano, um evento histórico que marca a primeira vez que leigos e mulheres têm direito a voto na Igreja Católica. O convite surgiu após um telefonema de um padre do Conselho Episcopal Latino-Americano e Caribenho, que informou que seu nome estava entre os indicados para a atividade de trinta dias. Sônia, que estava voltando de um encontro com catadores de material reciclável em Minas Gerais, aceitou prontamente.
Após a confirmação do convite, Sônia ficou emocionada, questionando-se sobre sua participação em um evento que tradicionalmente envolvia teólogos. O padre enfatizou que ela deveria manter o convite em segredo até o anúncio oficial do papa Francisco. Quando a notícia foi divulgada, a assistente social ficou surpresa e grata, reconhecendo a importância da inclusão de mulheres e leigos nas decisões da Igreja.
Essa mudança, promovida pelo papa Francisco, não ocorreu sem resistência. Alguns prelados conservadores criticaram a abertura, mas Sônia e outras mulheres, como Maria Cristina dos Anjos da Conceição, que também participou do sínodo, representaram a voz de grupos vulneráveis. Sônia, que tem uma longa trajetória de trabalho pastoral, levou as preocupações e expectativas da comunidade para as reuniões preparatórias e para Roma.
A assistente social, que nasceu em Montes Claros, sempre esteve envolvida em atividades comunitárias, como a pastoral carcerária e projetos de conscientização ambiental. Ela destacou que as mulheres são maioria nas ações da Igreja, mas ainda enfrentam barreiras para ocupar posições de liderança. Apesar disso, Sônia acredita que a nomeação de mulheres em cargos importantes, como a irmã Simona Brambilla, é um passo significativo para a mudança.
Durante sua estadia no Vaticano, Sônia conviveu com representantes de diversas nacionalidades e culturas, reforçando a ideia de que a Igreja deve ouvir as vozes de todos os seus membros. Ela ressaltou que as mulheres já desempenham um papel crucial na Igreja, mas é necessário avançar para que suas contribuições sejam reconhecidas em todos os níveis. A assistente social expressou preocupação com possíveis retrocessos nas conquistas alcançadas até agora.
O trabalho de Sônia e de outras mulheres na Igreja é um exemplo de como a união e a ação coletiva podem gerar mudanças significativas. A participação ativa de todos os membros da comunidade é essencial para fortalecer a Igreja e atender às necessidades dos mais vulneráveis. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo iniciativas que valorizem a inclusão e a justiça social.

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Pesquisadores da USP publicaram artigo na Nature Medicine criticando a nova resolução do CFM que restringe tratamentos para jovens trans, alertando sobre riscos à saúde mental e direitos humanos.

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