A Beija-Flor de Nilópolis recebeu uma carta de agradecimento do Iphan pelo enredo "Bembé", que destaca a cultura afro-brasileira e o Bembé do Mercado, Patrimônio Cultural desde 2019. A escola promove a valorização dessa manifestação ancestral, oferecendo ao Brasil e ao mundo a chance de conhecer e respeitar um dos cultos africanos mais antigos do país.

A Beija-Flor de Nilópolis recebeu uma carta oficial de agradecimento do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em reconhecimento ao enredo "Bembé", que será apresentado no carnaval de dois mil e vinte e seis. O presidente do Iphan, Leandro Grass, elogiou a escolha do tema, que destaca a importância da manifestação cultural do Bembé do Mercado, reconhecida como Patrimônio Cultural do Brasil em dois mil e dezenove.
O Bembé do Mercado é uma celebração que ocorre há mais de cento e trinta anos em Santo Amaro, na Bahia. Este evento é uma das mais significativas expressões da cultura afro-brasileira, e sua inclusão no carnaval é uma forma de valorização e respeito às tradições africanas no Brasil. O Iphan ressaltou que a transformação dessa manifestação em samba-enredo proporciona ao Brasil e ao mundo a oportunidade de conhecer e reverenciar um dos cultos públicos de matriz africana mais antigos do país.
A carta do Iphan destaca o compromisso da Beija-Flor em promover a cultura afro-brasileira e a importância de manter vivas as tradições que fazem parte da identidade nacional. A escola de samba, conhecida por seus enredos que abordam temas sociais e culturais, reafirma seu papel como um agente de transformação e valorização da diversidade cultural.
O reconhecimento do Iphan é um incentivo para que outras escolas de samba e grupos culturais também busquem valorizar suas raízes e tradições. A Beija-Flor, ao escolher um tema tão significativo, não apenas enriquece o carnaval, mas também contribui para a preservação da cultura afro-brasileira, que é parte fundamental da história do Brasil.
Além disso, a valorização de manifestações culturais como o Bembé do Mercado é essencial para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. O carnaval, como uma grande festa popular, se torna um espaço privilegiado para a celebração e a reflexão sobre a diversidade cultural do país.
Nessa perspectiva, é fundamental que a sociedade civil se una para apoiar iniciativas que promovam a cultura e a preservação das tradições. Projetos que valorizam a cultura afro-brasileira, como o enredo da Beija-Flor, merecem ser estimulados e apoiados, pois contribuem para a construção de um Brasil mais inclusivo e respeitoso com suas raízes.

Airton Souza, escritor paraense, venceu o prêmio Sesc de Literatura em 2023 com "Outono de Carne Estranha", gerando polêmica por abordar temas sensíveis, resultando em mudanças na premiação. O autor, que cresceu em Marabá, superou uma infância marcada pela pobreza e a violência do garimpo em Serra Pelada. Apesar das críticas, sua determinação em contar histórias autênticas permanece inabalável.

Favela Gastronômica atraiu centenas na zona norte do Rio, promovendo cultura e gastronomia local com barracas de comida, música e oficinas. Evento destaca o empreendedorismo comunitário.

O projeto Reviver Cultural revitaliza o Centro do Rio de Janeiro, inaugurando 43 espaços que atraem visitantes com arte, feiras e eventos, promovendo um renascimento cultural na área. A iniciativa visa recuperar imóveis degradados e reocupar espaços históricos, trazendo de volta a vitalidade ao coração da cidade.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, anunciou mil novas vagas para o Renova DF, totalizando 2.500 atendidos. O programa visa capacitar auxiliares de manutenção na construção civil e reabilitar espaços públicos.

Bernardo Gomes, co-fundador da Sinqia, vendeu a empresa e, diagnosticado com a doença Machado-Joseph, fundou a Bright Brains, uma healthtech que visa tratar condições neurológicas com IA. Após a venda da Sinqia para a Evertech, Gomes transformou sua experiência pessoal em um novo negócio, inaugurando a Bright Brains em São Paulo, focada em neuromodulação e tratamentos personalizados.

A hipertensão arterial na América Latina enfrenta discriminação no tratamento, afetando mulheres e minorias. A IASH propõe intervenções para personalizar cuidados e combater desigualdades.