O Ministério da Saúde selecionou 91 projetos para o Programa PET-Saúde Digital, que visa integrar educação e saúde digital no SUS, promovendo inovações e qualificação profissional. A iniciativa abrange instituições de ensino e redes de saúde em todo o país, com foco na formação de profissionais e na melhoria dos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde anunciou a seleção de noventa e um projetos para o Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde – Informação e Saúde Digital (PET-Saúde Digital). A lista dos projetos aprovados foi divulgada no Diário Oficial da União no dia nove de outubro. Este programa tem como objetivo promover pesquisas em instituições de ensino, integrando estudantes da área da saúde e profissionais, com foco na qualificação dos serviços digitais no Sistema Único de Saúde (SUS).
O PET-Saúde Digital é uma iniciativa conjunta com a Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação. A secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, destacou a importância da parceria para valorizar as universidades públicas na promoção da saúde digital, pesquisa e inovação nos serviços públicos. As propostas selecionadas envolvem instituições de ensino superior e redes de saúde de todas as regiões do Brasil.
As iniciativas aprovadas resultam em setecentos e trinta grupos tutoriais distribuídos nacionalmente, configurando uma ação estratégica para fortalecer o SUS por meio da educação e do trabalho colaborativo. Entre as metas do programa estão a ampliação da formação de profissionais de saúde com conhecimentos em tecnologias digitais e a promoção da educação permanente para usuários, trabalhadores e gestores do SUS.
Além disso, o programa busca desenvolver soluções digitais que melhorem a gestão do cuidado e a qualidade dos serviços de saúde, promovendo a integração entre ensino, serviços de saúde e comunidade. A iniciativa também visa garantir a soberania digital no SUS, assegurando o uso ético e seguro das tecnologias digitais.
A seleção dos projetos seguiu critérios rigorosos, avaliando a viabilidade, a capacidade técnica da equipe proponente e a relevância das ações para o fortalecimento do SUS. Essa iniciativa reafirma o compromisso com a formação inter e transdisciplinar, o trabalho interprofissional e a integração entre ensino e serviços de saúde, promovendo um cuidado mais qualificado.
Projetos como o PET-Saúde Digital são fundamentais para a transformação digital do SUS e para a melhoria dos serviços de saúde. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para apoiar iniciativas que busquem inovação e qualidade na saúde pública, beneficiando a todos.

O Seminário Cidade e Natureza, parte do Mês da Primeira Infância, acontece no dia 18 de agosto no ICMBio, abordando a importância do contato infantil com a natureza e políticas públicas. O evento é gratuito e sem inscrição.

O seminário "Financiamento climático" em São Paulo abordou estratégias para arrecadar US$ 300 bilhões anuais até 2035, enfatizando a agenda climática como motor de desenvolvimento econômico. Especialistas destacaram a necessidade de engajamento do setor privado e a criação de mecanismos financeiros para escalar investimentos.

A nutricionista Giovanna Agostini lançou o programa "Menopausa Cancelada", que já atendeu mais de 50 mil mulheres em quase 50 países, oferecendo soluções naturais para os sintomas da menopausa. A proposta visa promover o bem-estar sem o uso de hormônios sintéticos, focando em alimentação funcional e autocuidado, e já transformou a vida de muitas mulheres que buscam alternativas às abordagens tradicionais.

Estudo internacional confirma eficácia da profilaxia pré-exposição (PrEP) no Brasil, com alta adesão entre grupos vulneráveis ao HIV, mas ressalta a necessidade de enfrentar determinantes sociais que aumentam o risco de infecção.

O Brasil avança na saúde com o projeto do primeiro hospital inteligente do Sistema Único de Saúde (SUS), financiado em US$ 320 milhões pelo Novo Banco do Desenvolvimento. A iniciativa, liderada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visa integrar tecnologia e saúde digital, promovendo um centro de excelência em saúde digital em São Paulo. O projeto inclui a construção de um edifício sustentável de 150 mil m² e a criação de uma rede de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) inteligentes em todo o país.

Uma pesquisa inédita revela que o Brasil possui a maior diversidade genética do mundo, com 2,7 mil genomas sequenciados, refletindo a complexa miscigenação da população. O estudo, publicado na revista Science, destaca a influência das ancestralidades indígena, africana e europeia na saúde e doenças, revelando 8,7 milhões de variações genéticas não catalogadas. Essa descoberta pode transformar a medicina no país, contribuindo para diagnósticos e tratamentos mais precisos.