Lucas Kallas, fundador da Cedro Mineração, projeta um crescimento significativo na produção de minério de ferro, com metas de 20 milhões de toneladas anuais até 2028 e investimentos de R$ 3,6 bilhões em infraestrutura.

Lucas Kallas, fundador da Cedro Participações, se destaca como um dos empresários mais influentes da nova economia brasileira. Com um faturamento anual de R$ 2,5 bilhões, Kallas iniciou sua trajetória no setor imobiliário, mas encontrou seu verdadeiro potencial na mineração de ferro. Desde a fundação da Cedro Mineração em 2018, ele tem se dedicado a expandir suas operações, estabelecendo metas ousadas e investindo em infraestrutura e tecnologia.
A Cedro Mineração, que adquiriu minas em Nova Lima e Mariana, tem como objetivo aumentar a produção de minério de ferro da Mina do Gama de sete milhões para 20 milhões de toneladas anuais até dois mil e vinte e oito. Deste total, setenta por cento será na forma de pellet feed, um minério mais limpo e valorizado no mercado internacional. Esses investimentos visam não apenas a expansão da produção, mas também a sustentabilidade e a inovação no setor.
Além de suas atividades na mineração, Kallas tem se destacado por liderar projetos de infraestrutura significativos. Um exemplo é a concessão do terminal de minério de ferro no Porto de Itaguaí, no Rio de Janeiro, firmada em dois mil e vinte e quatro, com um investimento de R$ 3,6 bilhões e apoio do governo federal. Essa iniciativa reforça o compromisso de Kallas com o desenvolvimento econômico e a modernização do setor.
O empresário, nascido em Minas Gerais e neto de libaneses, defende abertamente o financiamento à mineração sustentável. Ele acredita que o setor deve ser incluído em políticas de incentivo à economia verde, refletindo uma visão de futuro que alia crescimento econômico e responsabilidade ambiental. Kallas também mantém uma forte atuação social, apoiando mais de sessenta projetos comunitários e gerenciando a maior creche privada de Minas Gerais.
Com sua abordagem focada em inovação, escala e impacto social, a Cedro Participações se posiciona como um exemplo de como é possível unir lucro e responsabilidade social. A trajetória de Kallas ilustra a importância de empresários que buscam não apenas o sucesso financeiro, mas também o bem-estar das comunidades onde atuam. Essa mentalidade é fundamental para o desenvolvimento sustentável do Brasil.
Iniciativas como as de Kallas mostram que o apoio a projetos sociais e culturais pode transformar realidades. A união da sociedade civil em torno de causas como a educação e a sustentabilidade é essencial para promover mudanças significativas. Juntos, podemos fazer a diferença e apoiar aqueles que mais precisam.

Felipe Freire, pastor evangélico, superou os traumas da "cura gay" e promove uma teologia inclusiva, enfrentando ataques online enquanto acolhe os marginalizados pela religião. Sua jornada é um exemplo de fé autêntica e amor.

Preta Gil, diagnosticada com adenocarcinoma, foi homenageada com o Prêmio Faz Diferença 2024, representada por sua madrasta Flora Gil, que destacou a força da artista e sua rede de apoio. A cantora, que continua seu tratamento nos Estados Unidos, emocionou-se ao receber o prêmio, ressaltando a importância da fé e do amor em sua recuperação. Flora Gil, ao receber a homenagem, agradeceu a todos que apoiam Preta em sua luta.

Os 18 Centros de Atenção Psicossocial (Caps) do Distrito Federal lançarão o projeto Libertarte, com oficinas criativas em artesanato, música e pintura, promovendo inclusão social e geração de renda. A iniciativa, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), visa qualificar o atendimento e fortalecer a luta antimanicomial. As atividades ocorrerão de junho a outubro, com materiais fornecidos para garantir a continuidade das práticas.

O Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta sérios desafios, como subfinanciamento e má gestão, com apenas 4,4% do Orçamento da União destinado à saúde em 2024, impactando a eficiência dos serviços.

A reportagem "A Força de uma Mulher", que retrata a trajetória de Edinanci Silva, foi premiada pela AIPS por abordar discriminação e racismo no esporte. A ex-judoca compartilha suas lutas e conquistas.

O Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, celebrado em 25 de julho, destaca a luta histórica por direitos e reconhecimento, enquanto o feminicídio no Brasil atinge recordes alarmantes, com 63,6% das vítimas sendo mulheres negras. A 2ª Marcha Nacional das Mulheres Negras, marcada para 25 de novembro, clama por "Reparação e Bem Viver", evidenciando a urgência de um diálogo político que enfrente o racismo e o patriarcado.