O Rio de Janeiro será a Capital Mundial do Livro em 2025, celebrando sua rica tradição literária. O seminário Caminhos do Rio destacou a importância da literatura e a influência de escritores locais na identidade nacional.

O Rio de Janeiro foi designado pela Unesco como a Capital Mundial do Livro em 2025, um reconhecimento que destaca sua rica tradição literária. O seminário Caminhos do Rio, realizado em sua terceira edição, abordou a relevância da literatura e da leitura na cidade, reunindo autoridades e escritores para celebrar a diversidade literária e seu impacto cultural.
Durante o evento, o secretário municipal de Cultura, Lucas Padilha, enfatizou a importância dos escritores cariocas na formação da identidade nacional. Ele destacou que o título de Capital Mundial do Livro é uma homenagem a grandes nomes da literatura, como Machado de Assis e Clarice Lispector, que contribuíram para a cultura brasileira.
Padilha também ressaltou o papel da sociedade civil na conquista desse título, mencionando eventos como a Feira Literária das Periferias (Flup) e a Bienal do Livro, que promovem a leitura e a bibliodiversidade. Ele comparou as escolas de samba a um grande festival literário, onde a literatura é celebrada em suas narrativas e fantasias.
No seminário, os escritores Eliana Alves Cruz, Marcelo Moutinho e Conceição Evaristo compartilharam suas experiências e como a cidade do Rio influencia suas obras. Cruz, por exemplo, falou sobre como sua vivência na Zona Norte molda sua escrita, enquanto Moutinho destacou a importância de retratar as periferias na literatura.
O evento também contou com a participação de Merval Pereira, presidente da Academia Brasileira de Letras, que discutiu a inclusão e a diversidade na literatura. Ele mencionou iniciativas que buscam abrir espaço para novos escritores, especialmente aqueles que vêm de comunidades menos favorecidas.
Com o crescimento do número de novos autores e o sucesso de eventos literários, a literatura brasileira está se tornando cada vez mais acessível. Nessa perspectiva, a união da sociedade pode impulsionar projetos que valorizem a cultura e a literatura, promovendo a inclusão e o acesso à leitura para todos.

Torcida do Ceará homenageia o autismo com mosaico 3D e ações inclusivas durante jogo contra o Grêmio, destacando a importância da conscientização no Abril Azul.

Renê Jerônimo, maratonista de 84 anos, promoveu a 13.ª Corrida e Caminhada em Fernando de Noronha, reunindo 400 corredores com apoio da Olympikus, que celebra seu cinquentenário. O evento, que atrai turistas, destaca a importância do esporte na comunidade local.

Belém do Pará enfrenta desafios logísticos para a COP30, com escassez de leitos e preços de hospedagem exorbitantes, enquanto busca soluções como navios-hotel e adaptações de escolas. A pressão sobre a infraestrutura local aumenta.

Diego Barreto, CEO do iFood, enfatiza a inovação contínua e a tecnologia proprietária como essenciais para a competitividade da empresa, que já conta com 120 milhões de pedidos mensais. A companhia também investe em motos elétricas e saúde mental dos entregadores.

A UFSCar implementou cotas para estudantes trans e travestis em todos os cursos de graduação, com uma vaga extra por turma, a partir do Sisu e com base na nota do Enem. A reitora Ana Beatriz de Oliveira destacou a importância da inclusão em um país que enfrenta altos índices de violência contra essa comunidade.

Movimento Desconecta, fundado por mães em São Paulo, já conta com mais de 10 mil assinaturas para adiar a entrega de celulares até os 14 anos e redes sociais até os 16, visando proteger crianças dos riscos digitais.