O palacete de Jorge Brando Barbosa, conhecido como "Taj Mahal carioca", será transformado no Instituto Light de Cultura e Meio Ambiente, ampliando sua contribuição cultural e ambiental no Jardim Botânico.

O palacete construído pelo banqueiro Jorge Brando Barbosa, conhecido como "Taj Mahal carioca", localizado em uma área de doze mil metros quadrados no Jardim Botânico, passará por uma transformação significativa. A propriedade, que já foi palco do evento CasaCor, agora se tornará o Instituto Light de Cultura e Meio Ambiente, ampliando seu papel cultural e ambiental na cidade.
A nova instituição tem como objetivo promover a cultura e a preservação ambiental, oferecendo um espaço para atividades educativas e culturais. O Instituto Light busca engajar a comunidade em projetos que valorizem a história e a natureza da região, contribuindo para um futuro mais sustentável.
Com a criação do Instituto, a mansão se tornará um ponto de referência para iniciativas que promovam a conscientização ambiental e a valorização do patrimônio histórico. A proposta é que o local sirva como um centro de aprendizado e troca de experiências, reunindo pessoas interessadas em discutir e desenvolver soluções para os desafios ambientais atuais.
Além disso, o Instituto Light pretende estabelecer parcerias com escolas, universidades e organizações não governamentais, ampliando seu alcance e impacto. A ideia é criar um ambiente colaborativo onde todos possam contribuir para a construção de um futuro mais consciente e responsável.
A transformação do palacete em um espaço cultural e ambiental é uma oportunidade para a cidade de fortalecer sua identidade e promover a educação ambiental. A iniciativa pode inspirar a sociedade civil a se mobilizar em torno de causas que visem a preservação do meio ambiente e a valorização da cultura local.
Essa mudança representa um passo importante para a cidade, e a união da comunidade pode ser fundamental para o sucesso do Instituto. Projetos como esse devem ser estimulados, e a participação ativa da população pode fazer a diferença na construção de um futuro mais sustentável e culturalmente rico.

Ana Flávia Cabral, CEO da Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira, planeja usar inteligência artificial para criar concertos com vozes de cantores falecidos, promovendo inovação e diversidade na música clássica. A OSB, que completa 85 anos em 2025, busca romper com a imagem tradicional da orquestra, destacando a presença feminina em sua gestão e repertório.

Em julho de 2025, a OPAS e o Brasil reuniram 27 países para criar um Plano de Ação em Inteligência Epidêmica, visando fortalecer a resposta a emergências sanitárias e preparar para futuras pandemias.

Marcio Nepomuceno, o Marcinho VP, lançou seu quinto livro, "A Cor da Lei", e é membro da Academia Brasileira de Letras do Cárcere, promovendo a literatura entre presos e egressos. Sua trajetória desafia preconceitos sociais e destaca a importância da ressocialização através da leitura.

A hesitação vacinal, discutida no Congresso de Pediatria do Estado do Rio de Janeiro, exige diálogo e confiança, não apenas informação. A construção da confiança é essencial para reverter a desconfiança nas vacinas.

O gasto social com crianças e adolescentes no Brasil aumentou de 3,36% em 2019 para 4,91% em 2024, com pico de 5,31% em 2023, segundo estudo do Ipea e Unicef. A maior parte dos recursos foi destinada a transferências de renda.

Carlos Roberto da Silva Lucas, militar reformado, ignorou a hipertensão e enfrentou complicações graves, incluindo hemodiálise e transplante renal. Ele agora alerta sobre a importância do tratamento precoce.