Neste Dia das Mães, mães de presos enfrentam desafios únicos, sustentando a dignidade de seus filhos encarcerados e promovendo a ressocialização através do amor e do vínculo familiar. Elas são heroínas invisíveis, essenciais para a transformação social.

O Dia das Mães, celebrado neste domingo, destaca o papel das mães de presos, que enfrentam desafios significativos. Essas mulheres, muitas vezes invisíveis, sustentam a dignidade de seus filhos encarcerados, contribuindo para a ressocialização e a manutenção dos vínculos familiares. O amor e a dedicação delas são fundamentais em um sistema que frequentemente desumaniza os detentos.
Maria de Lourdes Silvério, mãe de um preso na Papuda, exemplifica essa luta. Ela se levanta antes do sol, prepara-se com cuidado e viaja longas distâncias para visitar seu filho. A experiência de passar por revistas invasivas e enfrentar filas é comum entre as mães que buscam manter o contato com seus filhos. Esse amor incondicional é um fator crucial para a recuperação dos detentos.
Estudos mostram que a manutenção do contato familiar reduz a reincidência criminal. Em algumas instituições que seguem a metodologia da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac), esse índice é inferior a dez por cento. O vínculo familiar, ao lado de trabalho e espiritualidade, é essencial para a recuperação dos presos, mostrando que o afeto pode ser um caminho para a transformação.
As mães estão presentes em todos os momentos difíceis, escrevendo cartas, enviando fotos e buscando apoio jurídico. Quando seus filhos são liberados, são elas que os recebem, oferecendo uma nova chance. No entanto, muitas dessas mulheres enfrentam o estigma da sociedade e a dor da ausência, tornando-se heroínas silenciosas em suas comunidades.
Neste Dia das Mães, é importante reconhecer e valorizar o papel dessas mulheres. Elas são fundamentais na luta por justiça e dignidade, mesmo em um sistema que frequentemente falha. O amor delas é uma forma de resistência em tempos de adversidade, e sua contribuição para a sociedade não deve ser subestimada.
Iniciativas que apoiam essas mães e promovem a ressocialização de presos são essenciais. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na vida dessas mulheres e de seus filhos, ajudando a construir um futuro mais justo e solidário. A transformação social começa com o reconhecimento do valor do amor e da família.

Anitta criticou o turismo espacial em entrevista ao "El Nuevo Herald", destacando a necessidade de priorizar investimentos em questões sociais e ambientais em vez de explorar o universo. A declaração surge após a viagem espacial de Katy Perry, que gerou grande repercussão nas redes sociais.

O Hospital Amaral Carvalho (HAC) foi recertificado com o Selo Diamante ESG Sustentabilidade, ampliando suas ações sustentáveis para 174 em 2025, superando as 133 do ano anterior. A instituição reafirma seu compromisso com a saúde e a comunidade.

Em 2024, o Distrito Federal registrou um aumento de 156% nas notificações de Doenças e Agravos Relacionados ao Trabalho (Darts), totalizando quase 13 mil casos. A Secretaria de Saúde (SES-DF) implementou novas estratégias, como a capacitação de profissionais e a criação de dois novos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerests), visando melhorar a vigilância e a saúde dos trabalhadores. Apesar do avanço, a subnotificação ainda é um desafio, com apenas 66,78% dos dados preenchidos. A meta para 2025 é alcançar 90%.

Célia e Celso, um casal que superou barreiras sociais e familiares, vive uma nova fase em Saquarema, frequentando o Centro Dia, que promove dignidade e atividades para idosos. A história deles é um exemplo de amor e inclusão.

A Danone Brasil, sob a liderança de Tiago Santos, busca reduzir o açúcar em produtos infantis para 10% até 2030, enfrentando desafios de sabor e aceitação. A empresa renovou sua certificação B Corp, reafirmando seu compromisso com a sustentabilidade.

Arthur Casas desenvolve um projeto no Xingu para revitalizar a vila do Posto Indígena Leonardo Villas-Boas, criando um centro de memória que preservará a história dos povos locais. O pavilhão Oca Moitará, inspirado na ancestralidade, será apresentado na COP30.