A nutricionista Giovanna Agostini lançou o programa "Menopausa Cancelada", que já atendeu mais de 50 mil mulheres em quase 50 países, oferecendo soluções naturais para os sintomas da menopausa. A proposta visa promover o bem-estar sem o uso de hormônios sintéticos, focando em alimentação funcional e autocuidado, e já transformou a vida de muitas mulheres que buscam alternativas às abordagens tradicionais.

A menopausa, frequentemente envolta em tabus, é uma fase que traz desconfortos e incertezas para muitas mulheres. A nutricionista Giovanna Agostini, ao ouvir relatos de pacientes que não se sentiam acolhidas pelas opções tradicionais, decidiu inovar sua abordagem. Com o programa "Menopausa Cancelada", ela já atendeu mais de cinquenta mil mulheres em quase cinquenta países, oferecendo soluções naturais e personalizadas.
Giovanna propõe um cuidado que dispensa a reposição hormonal e medicamentos, focando em alimentação funcional, suplementação individualizada e autocuidado. “Meu propósito é resgatar o bem-estar de mulheres no climatério com soluções naturais, acessíveis e eficazes”, afirma a especialista, que dedica mais de dez anos à saúde feminina.
Durante sua trajetória, Giovanna notou que muitas mulheres, mesmo sob tratamento médico, continuavam a enfrentar sintomas como calores intensos, insônia, ansiedade e diminuição da libido. “Não bastava uma fórmula. Era preciso escuta, entendimento do corpo e uma rotina possível de ser adotada”, destaca. Assim, desenvolveu um método que combina ingredientes acessíveis com chás, vitaminas e hábitos que ajudam a regular os hormônios de forma natural.
Cada receita criada por Giovanna tem um objetivo específico: aliviar sintomas, reduzir inflamações, melhorar o sono e restaurar a energia. “A comida certa pode ter um efeito mais potente e seguro do que muitos remédios”, explica. Com uma forte presença nas redes sociais, ela compartilha conteúdos educativos, receitas funcionais e histórias de pacientes que encontraram alternativas aos hormônios sintéticos.
A abordagem de Giovanna ganhou destaque entre mulheres que buscam soluções que as representem. Sua iniciativa não é apenas um método, mas uma comunidade em crescimento. A cada vídeo, live ou novo cardápio, surgem relatos de mulheres que recuperaram o prazer, o equilíbrio emocional e a autoestima. “Minha missão é devolver a vontade de viver às mulheres. A natureza oferece muito mais do que a gente imagina, basta saber como usar”, conclui.
Iniciativas como a de Giovanna são fundamentais para transformar a experiência da menopausa. A união em torno de projetos que promovam a saúde e o bem-estar feminino pode fazer a diferença na vida de muitas mulheres. Juntas, podemos apoiar ações que valorizem a saúde natural e o autocuidado, impactando positivamente a vida de quem enfrenta essa fase.

A diretora Marianna Brennand receberá o prêmio Women In Motion Emerging Talent Award 2025 em Cannes, destacando seu filme "Manas", que aborda a vida de uma jovem em vulnerabilidade. A obra retrata a exploração e os abusos enfrentados por Tielle, uma garota de treze anos da Ilha do Marajó, no Pará. O elenco conta com Dira Paes, Rômulo Braga e Fátima Macedo.

O Brasil inicia a Conferência Global sobre Clima e Saúde em Brasília, com foco em políticas de adaptação para o setor saúde frente às mudanças climáticas, alinhada à COP30. O evento, coorganizado por diversas organizações, busca soluções inovadoras e reforça o compromisso do país com a equidade em saúde e justiça climática.

A Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP) da Fiocruz foi designada como Centro Colaborador da OPAS e da OMS, focando na atenção primária à saúde. A parceria reforça a excelência da ENSP na formação de profissionais e na produção de políticas públicas.

Homens têm maior mortalidade precoce, enquanto mulheres vivem mais, mas enfrentam doenças crônicas e sofrimento mental, segundo estudo da The Lancet Public Health. A pesquisa destaca desigualdades de gênero na saúde.

Justiça do Trabalho condena o estado de São Paulo a indenizar R$ 2 milhões por permitir a contratação irregular de adolescentes. A decisão visa proteger os direitos humanos e deve ser cumprida em 120 dias.

Dona Zilda, mãe de Fernando Luiz de Paula, se tornou uma liderança na luta por justiça após a Chacina de Osasco, que deixou 19 mortos em 2015, e continua a buscar responsabilização pelos crimes.