Escolas como Avenues São Paulo e Start Anglo Bilingual School estão adotando inteligência artificial para personalizar o ensino e diagnosticar proficiências, promovendo uma aprendizagem dinâmica e colaborativa.

O uso de tecnologia na educação tem avançado, com escolas como Avenues São Paulo e Start Anglo Bilingual School adotando plataformas de inteligência artificial para personalizar o aprendizado. Essas ferramentas, como Flint e Plurall IA, visam diagnosticar proficiências e promover uma aprendizagem mais dinâmica e colaborativa, beneficiando alunos e educadores.
No Avenues São Paulo, a plataforma Flint permite que professores avaliem objetivos de aprendizagem e criem atividades personalizadas. Em uma aula sobre doenças tropicais, a professora utilizou dois tutores virtuais para interagir com os alunos, que puderam fazer perguntas e receber explicações adequadas à sua faixa etária. Essa abordagem promoveu um ambiente de aprendizado mais envolvente e interativo.
Andrea Pech e Marcia Bandim, especialistas em Integração de Tecnologia da Avenues, destacam que o ensino em ambientes virtuais transforma a interação dos alunos com o conteúdo e entre si. A tecnologia favorece a personalização do ensino, permitindo que educadores acompanhem o progresso individual em tempo real e façam intervenções pedagógicas direcionadas.
Na Start Anglo Bilingual School, a Plurall IA é utilizada para diagnosticar os níveis de proficiência dos alunos em Língua Portuguesa e Matemática. Com acesso a essa ferramenta, noventa e seis mil alunos puderam realizar avaliações e receber sugestões de trilhas de aprendizagem, além de ajudar professores a identificar aqueles que necessitam de mais apoio.
Em outras instituições, como a FourC Bilingual Academy, a tecnologia também é utilizada para estimular a criatividade dos alunos. No ensino médio, os estudantes simulam impressões 3D de projetos e criam storyboards interativos, utilizando plataformas que favorecem a colaboração em tempo real. Essas experiências ampliam o repertório cultural e promovem o protagonismo estudantil.
O avanço da inteligência artificial na educação ressalta a importância do aprendizado contínuo. Juliana Diniz, diretora da Start Anglo Bilingual School, enfatiza que o papel do professor é fundamental para promover interações significativas entre os alunos. Em situações como essa, a união da sociedade pode ser crucial para apoiar iniciativas que visem melhorar a educação e garantir que todos tenham acesso a recursos que estimulem o aprendizado.

As inscrições para o concurso Professor do Ano 2025 estão abertas até 26 de setembro, com prêmios valiosos para o vencedor e menções honrosas para outros cinco educadores. O resultado será revelado em 15 de outubro.

As inscrições para o Programa Universidade para Todos (Prouni) encerram-se em 4 de julho de 2025, com mais de 211 mil bolsas disponíveis para estudantes de baixa renda que fizeram o Enem. O programa visa ampliar o acesso ao ensino superior.

Helio De La Peña participará de roda de conversa no CAMP da Mangueira, abordando a série "Adolescência" e os desafios da juventude. O evento ocorre nesta quinta-feira, às 10h30.

A FAPESP abre nova rodada da chamada Futuros Cientistas, oferecendo até 400 bolsas de Iniciação Científica em homenagem ao professor Sérgio Muniz Oliva Filho, com prazo até 4 de setembro.

Uniasselvi lança "Bolsa em Livros", oferecendo bolsas de estudo em parágrafos de livros. O Centro Universitário Leonardo da Vinci (Uniasselvi) promove a ação "Bolsa em Livros", que disponibiliza bolsas de estudo 100% gratuitas para cursos de graduação a distância. As bolsas estão escondidas em parágrafos dos livros “Quem Pensa Enriquece”, de Napoleon Hill, e “Projeto de Vida”, de Clóvis de Barros Filho. A iniciativa, em parceria com a Editora Citadel e o Instituto Kondzilla, visa incentivar a leitura e proporcionar oportunidades de educação superior. Os livros são distribuídos em comunidades, e ao encontrar a mensagem secreta, o leitor pode se inscrever gratuitamente em um curso. A ação busca transformar vidas por meio da educação e da leitura.

Indígenas e especialistas clamam por uma educação que valorize a história e cultura originária no Brasil. Edson Kayapó e Vanda Witoto destacam a necessidade de reformar o ensino para incluir a rica diversidade cultural indígena e a história pré-colonial, evidenciando lacunas no material didático e na formação de professores. Iniciativas como bibliotecas itinerantes e conteúdos digitais buscam promover esse conhecimento, essencial para desconstruir estigmas e fortalecer identidades.