Circo Ônix, liderado por Edy Simões, foi devastado por chuvas em Tocantins, Minas Gerais. Gracyanne Barbosa lançou vaquinha virtual para ajudar na reconstrução da estrutura.

O circo Ônix, sob a direção do ex-BBB Edy Simões, sofreu danos significativos devido às fortes chuvas que atingiram Tocantins, Minas Gerais, na última quinta-feira, dia dez. Durante uma apresentação, a estrutura do circo foi severamente afetada, resultando em uma lona rasgada e cadeiras cobertas de lama. Edy compartilhou imagens da destruição em suas redes sociais, expressando sua esperança de recuperação: "Destruição total... Mas, se Deus quiser, a gente vai se reerguer."
O artista destacou que, apesar dos danos materiais, todos os envolvidos estão bem e em paz. "O mais importante é que todos estão bem, em paz e com um sorriso no rosto," afirmou Edy em um vídeo publicado no Instagram. Ele também mencionou a necessidade urgente de uma nova lona para que o circo possa retomar suas atividades.
As imagens compartilhadas por Edy e sua filha, que também participou do Big Brother Brasil, mostram a extensão dos danos. A lona do circo ficou totalmente avariada, e a situação gerou preocupação entre os fãs e admiradores do espetáculo. Felizmente, não houve feridos durante o incidente.
Para ajudar na recuperação do circo Ônix, a influenciadora Gracyanne Barbosa, que também participou da mesma edição do reality show, lançou uma campanha de arrecadação de fundos. A iniciativa visa reunir recursos para a reconstrução da estrutura danificada, permitindo que o circo volte a oferecer suas apresentações ao público.
A situação do circo Ônix reflete a fragilidade de muitos projetos culturais e artísticos, que dependem de apoio da comunidade para se manterem ativos. A união de esforços pode fazer a diferença na recuperação de iniciativas que trazem alegria e entretenimento para a população.
Nessa conjuntura, a solidariedade da sociedade civil pode ser fundamental para ajudar aqueles que enfrentam dificuldades. Projetos como o do circo Ônix merecem ser apoiados, pois contribuem para a diversidade cultural e o bem-estar da comunidade.

Maria Cândida lança "Menopausa Sem Fronteiras", série documental que explora a menopausa em cinco países da América Latina, visando desmistificar o tema e promover a conscientização. A produção destaca a urgência de políticas públicas e a inclusão de mulheres maduras no mercado de trabalho.

Com a COP30 se aproximando, Alter do Chão, no Pará, se destaca ao capacitar ribeirinhos para o turismo, com três novas comunidades prontas para receber visitantes e oferecer experiências culturais autênticas. A parceria entre a prefeitura e os ribeirinhos visa fortalecer o turismo de base comunitária, promovendo a culinária local e atividades imersivas na cultura ribeirinha.

A Penitenciária Feminina do Distrito Federal lançou o projeto "CorpoConsciente – Escuta de Si", que promove oficinas de bem-estar emocional para detentas, permitindo a redução da pena. As atividades, realizadas às sextas-feiras, incluem caminhadas, automassagens e movimentos livres, visando a saúde mental e a dignidade no sistema prisional. As psicólogas Clara Costa e Thais Germano conduzem as oficinas, que já mostraram resultados positivos nas primeiras semanas, com relatos de leveza e alívio entre as participantes.

O Governo Federal ampliará o microcrédito nas regiões Centro-Oeste e Amazônica, com a participação da Caixa, Banco do Brasil e Banco da Amazônia, utilizando fundos constitucionais pela primeira vez. A iniciativa visa aumentar a capilaridade dos recursos para as populações mais distantes, conforme anunciado pelo ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, em audiência pública no Senado. Além disso, o ministério já emitiu mais de 8.179 decretos de emergência, atendendo mais de 3.000 municípios, com investimentos de quase R$ 8 bilhões.

Meninos da geração Alfa enfrentam crescente exposição a conteúdos misóginos nas redes sociais, resultando em uma escalada de ódio contra meninas e uma crise na masculinidade. Especialistas alertam para a necessidade de uma mudança coletiva nas relações de gênero e na educação emocional.

Pesquisadores utilizam tomografia para digitalizar acervos arqueológicos, preservando virtualmente itens após incêndios devastadores em museus, como o do Instituto Butantan e o Museu Nacional. A digitalização garante a continuidade da pesquisa científica e a proteção do patrimônio cultural.