Elenice Pereira, aos 70 anos, realiza o sonho de ingressar na faculdade de Pedagogia após uma vida de desafios. Ela busca uma vaga em instituição pública e planeja usar suas experiências para ajudar crianças carentes.

Elenice Pereira, uma mulher de setenta anos, superou diversos desafios ao longo de sua vida e, em 2025, realizou o sonho de ingressar na faculdade. Natural de Bom Jesus do Itabapoana, ela enfrentou dificuldades financeiras e pessoais que a afastaram dos estudos em várias ocasiões. Recentemente, Elenice recebeu seu certificado de caloura em Pedagogia, um marco significativo em sua trajetória educacional.
Após perder o prazo para se inscrever no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Elenice se matriculou em uma faculdade particular. Determinada a estudar em uma instituição pública, ela planeja realizar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) novamente no final do ano. Para garantir sua matrícula, a nova universitária utilizou economias da poupança para pagar as primeiras mensalidades.
Filha de agricultores e a única mulher entre nove irmãos, Elenice começou a trabalhar na roça na infância. Aos dezesseis anos, saiu de casa para ajudar a sustentar a família, o que a levou a interromper os estudos. Sua volta à educação ocorreu aos vinte e cinco anos, quando, incentivada por uma patroa, se matriculou no antigo Mobral, um programa de alfabetização de adultos.
Apesar de ter avançado nos estudos, Elenice enfrentou novos obstáculos, como a gravidez e a necessidade de priorizar a educação dos filhos. Somente em dois mil e seis, após um novo retorno aos estudos, ela concluiu o ensino médio. A morte de sua filha, Franciane, que lutou contra o câncer, a levou a um período de depressão, mas os estudos se tornaram sua salvação.
Após ser aconselhada pelo filho, Elenice retornou à escola em dois mil e quinze, onde sua dedicação a inspirou colegas e professores. Ela teve que repetir o ensino médio, mas não se arrepende das interrupções em sua trajetória. Agora, com o sonho de dar aulas, Elenice deseja ajudar crianças carentes e alfabetizar adultos em sua comunidade.
A história de Elenice é um exemplo de resiliência e determinação. Sua jornada pode inspirar ações coletivas que visem apoiar projetos educacionais e sociais. A união em torno de causas como a educação pode transformar vidas e proporcionar oportunidades para aqueles que, como Elenice, enfrentam desafios significativos.

Luiz Aquila, artista de 82 anos, inaugura a exposição "Panorama do ateliê" no Paço Imperial, apresentando 63 obras recentes e refletindo sua busca por conexão social após se mudar para Botafogo.
Niterói se destaca como a terceira melhor cidade em saneamento no Brasil, enquanto São Gonçalo e outras três cidades fluminenses figuram entre as piores. Campos dos Goytacazes teve a maior melhora, subindo 22 posições.

Cientistas e indígenas se reuniram em seminário sobre a jurema-preta, mas tensões surgiram devido a acusações de apropriação cultural. Dráulio de Araújo decidiu priorizar estudos com DMT sintetizado.

A Defensoria Pública do Rio de Janeiro processou 43 empresas de apostas online, reivindicando R$ 300 milhões por danos morais coletivos e medidas de proteção ao consumidor. A ação destaca o aumento do endividamento e a falta de um ambiente seguro para os apostadores, evidenciando os riscos à saúde mental associados ao vício em jogos.

Acordo de Cooperação Técnica entre superintendências da Amazônia, Nordeste e Centro-Oeste visa reduzir desigualdades e promover desenvolvimento regional integrado. Iniciativa marca a criação de um Fórum Permanente para ações conjuntas.

Lorena Eltz, influenciadora e estudante de biomedicina, compartilha sua trajetória com a doença de Crohn e a ostomia, promovendo conscientização sobre doenças inflamatórias intestinais e inclusão social. Diagnosticada aos cinco anos, Lorena enfrentou internações e cirurgias, incluindo uma ileostomia definitiva em 2021, que a levou à remissão da doença. Hoje, ela usa suas redes sociais para desmistificar tabus e apoiar outros ostomizados.