Águas do Projeto de Integração do Rio São Francisco chegam ao Rio Grande do Norte, beneficiando milhares e promovendo segurança hídrica. Governo Lula recupera bombas do Eixo Norte, após paralisações anteriores.

As águas do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) chegaram ao Rio Grande do Norte, pela primeira vez de forma regulamentada, nesta quinta-feira, 14 de agosto. Essa ação beneficiará milhares de pessoas em uma região que enfrenta escassez hídrica. A recuperação das bombas do Eixo Norte do PISF, que estavam paralisadas, foi autorizada pelo governo atual, permitindo a chegada da água ao estado.
No Km 139, na divisa entre Paraíba e Rio Grande do Norte, o nível do Rio Piranhas subiu 20 centímetros, confirmando a passagem da água para o município de Jardim de Piranhas. Técnicos da Secretaria Nacional de Segurança Hídrica (SNSH) do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) monitoram a distribuição da água até a Barragem de Oiticica, com previsão de chegada entre 15 e 16 de agosto.
A água será direcionada para os principais reservatórios do estado, como a Barragem de Oiticica, em Jucurutu, e a Barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, que é o maior reservatório do Rio Grande do Norte. Com essa liberação, estima-se que a segurança hídrica e as atividades econômicas locais sejam fortalecidas, beneficiando diretamente a população.
O secretário Nacional de Segurança Hídrica do MIDR, Giuseppe Vieira, destacou a importância dessa liberação, afirmando que é a primeira vez que a água da transposição do São Francisco é liberada após testes realizados anteriormente. A operação é resultado de uma colaboração entre o Governo Federal e os estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte, visando melhorar o abastecimento humano e a irrigação agrícola.
O governo destinou cerca de R$ 500 milhões do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) para a recuperação e ampliação do Eixo Norte do PISF. Essa verba permitirá duplicar a capacidade de bombeamento, beneficiando aproximadamente 8,1 milhões de pessoas em 237 municípios de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte, promovendo justiça territorial em áreas vulneráveis.
O Projeto de Integração do Rio São Francisco é a maior obra de infraestrutura hídrica do Brasil, com 477 quilômetros de extensão. Recentemente, o ministro Waldez Góes visitou trechos do projeto e, na próxima terça-feira, fará nova visita ao estado. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que garantam o direito à água e o desenvolvimento regional, ajudando a transformar a realidade de muitos que dependem desse recurso vital.

A 5ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (5ª CNSTT) oferece atendimento psicossocial e vacinação, promovendo saúde mental e bem-estar aos participantes. A SES-DF destaca a importância da escuta ativa em eventos de grande porte.

O Nordeste brasileiro se destaca no agronegócio e na transição energética, com R$ 32 bilhões investidos em energias renováveis pelo Banco do Nordeste, que também lançou edital de R$ 10 bilhões para projetos estruturantes.

Ativistas denunciam abusos e violência policial na Cracolândia, em São Paulo, com abordagens agressivas da Guarda Civil e Polícia Militar, dificultando o acesso a tratamentos de saúde para dependentes químicos.

Atualmente, 385 museus estão fechados no Brasil, representando 9,6% do total, com o Museu Giramundo em Belo Horizonte como exemplo de instituição afetada por altos custos e falta de recursos. A situação é alarmante, com a maioria dos fechamentos ocorrendo em São Paulo e Minas Gerais, e a falta de investimento público e pessoal agrava a crise no setor cultural.

A nova Lei das Pesquisas Clínicas no Brasil visa aumentar o número de estudos e facilitar o acesso a tratamentos inovadores, destacando histórias de pacientes beneficiados. A legislação garante que participantes não arcariam com custos, promovendo avanços na saúde pública.

Em julho de 2025, a OPAS e o Brasil reuniram 27 países para criar um Plano de Ação em Inteligência Epidêmica, visando fortalecer a resposta a emergências sanitárias e preparar para futuras pandemias.